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  • 18/01/2021

Artigo: Reformas Econômicas podem atrair investimento em Robôs Industriais

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Artigo: Reformas Econômicas podem atrair investimento em Robôs Industriais

Por: Jaime Perroti, especialista de marketing da Mitsubishi Electric

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Jaime Perroti, especialista de marketing

Barueri (SP) – Apesar da posição tímida do Brasil em relação a outros países na modernização do parque industrial, existe um potencial de crescimento significativo, principalmente em setores como alimentos e bebidas, embalagens e farmacêutico. De olho na Indústria 4.0 que coloca a robótica como um dos principais focos da automação, grandes fabricantes de robôs industriais mantêm expectativas positivas para os próximos anos.

Estudo da consultoria IDC estima que até 2022 a venda de robôs industriais na América Latina representará 72% do mercado de automação industrial, graças à participação de Brasil e México. O investimento nesse tipo de tecnologia nos dois países deve chegar a U$ 2,1 bilhões. Em 2018, esse número foi de U$ 1 bilhão. Tal diferença representaria um salto de mais de 100% nas demandas pelo equipamento.

Um dos principais entraves para a ampla adoção dessa tecnologia em solo brasileiro é, além dos altos custos e baixa oferta de créditos atraentes para as indústrias, a escassez de mão de obra qualificada para realizar a integração dos processos e operação das máquinas. Outra dificuldade é a cultura da automação no país, que pressupõe, muitas vezes erroneamente, que esse tipo de solução é projetada apenas para aplicações mais pesadas.

Não à toa, o setor automobilístico ainda concentra a maior parte dos ativos adquiridos, cerca de 54%, seguido ainda bem de longe pelos setores de plástico e químicos e metalurgia, áreas já com ampla adoção de automação nos países mais competitivos. O que se tenta implantar é um processo de desverticalização, que seja capaz de abarcar as diferentes aplicações para as quais o uso do robô poderia não somente aumentar a produtividade, mas reduzir os custos.

Falsas ideias alimentadas pelo chão de fábrica, como, por exemplo, a substituição da mão de obra por equipamentos, colocam, muitas vezes, os robôs como os vilões da indústria. A realidade, no entanto, é que essa tendência deve, ao contrário, ajudar a criar novas funções, como os especialistas em robótica, entre diversas outras, cada vez mais disponíveis em diferentes níveis educacionais.

Com o conceito de robô colaborativo, que deve ser um dos pilares da próxima revolução industrial, máquinas e humanos devem trabalhar em conjunto, combinando as capacidades humanas com a eficiência e precisão das máquinas, levando as indústrias a um novo patamar na onda da automação e inteligência artificial.

O mercado brasileiro ainda carece de soluções simples, mas que podem se beneficiar da robotização, tais como manipulação de peças e aplicações de embalagem na indústria alimentícia, autopeças e farmacêutica. Além disso, aprimoram as atividades de aplicações da solda, corte, movimentação de materiais, entre diversas outras.

O que falta ao Brasil para avançar no processo de robotização e seguir o exemplo dos cinco países que detêm o maior estoque das máquinas, como China, Japão, Coreia do Sul, EUA e Alemanha, é um cenário econômico menos impeditivo. Aqui, as cargas tributárias fazem com que os investimentos sejam mais cautelosos, além das linhas de crédito, que também dificultam as aquisições, aplicando altas taxas de juros a indústrias que ainda lutam para se reerguer depois de sucessivas crises.

Os fabricantes que sobreviverão em meio a esse cenário serão aqueles que investirem melhor em recursos que permitam aumentar a capacidade de integração, aprimorando a aplicabilidade em diferentes segmentos. Dessa forma, poderão obter resultados eficazes além de avançarem mais um degrau na era da Indústria 4.0.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 15/01/2021

Artigo: Retrofit, como aumentar a produtividade de instalações industriais a um baixo custo

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Artigo: Retrofit, como aumentar a produtividade de instalações industriais a um baixo custo

Por: Laus dos Santos, especialista de marketing da Mitsubishi Electric

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Laus dos Santos, especialista de marketing

Barueri (SP) – Nos diversos setores da indústria, a prática de retrofit de equipamentos, linhas de produção ou processos vem ganhando força por conta dos vários benefícios percebidos ao substituir, adicionar ou adequar máquinas antigas, instalando dispositivos de automação que acompanhem as novas tecnologias do mercado.

Entre os benefícios da adoção do retrofit em instalações industriais, estão: novas formas de monitoramento do processo, redução de tempo de paradas de equipamentos e linhas de produção, fácil alteração de layout ou produto, redução de espaço, economia de energia, além da redução de custos de equipamentos descontinuados. Tudo isso resulta em um aumento geral da produtividade, que varia de acordo com o segmento e tipo de instalação, e principalmente, idade do equipamento ou da linha.

Além do aumento de produtividade, também podemos estimar reduções de custo, espaço, vida útil, entre outras análises, quando temos o histórico do processo e um bom planejamento das alterações futuras. Desde o final de 2010, tivemos um grande aumento no retrofit de equipamentos visando a adequação à NR12, norma que regula a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos com o objetivo de reduzir os acidentes de trabalho.

As adequações de equipamentos às exigências da NR12 colaboraram para a modernização das fábricas com a implantação de dispositivos que, além de oferecer mais segurança, também permitiram o aumento de produtividade. Assim, o modelo ganhou cada vez mais destaque no mercado. Ou seja, através do retrofit, é possível conectar novos equipamentos a sistemas antigos que vão permitir o acesso remoto, monitoramento e coleta de dados para uso em melhorias e identificação de desvios, de encontro com o que se espera das fábricas inteligentes e Indústria 4.0.

Retrofit, modernização ou reforma?

Na verdade, “retrofitar” é a união entre a modernização e a reforma. Quando se vai fazer um retrofit em uma máquina, podemos fazer a modernização, ou seja, analisar o que pode ser melhorado e aumentar a sua performance, focando muito nos processos e produtividade.

Já quando a máquina se torna obsoleta, é hora de reformar, que funciona como uma manutenção preventiva, evitando problemas futuros causados pela quebra de um componente ou produto desatualizado.

Quando devo investir no retrofit?

Em primeiro lugar, o investimento no retrofit ganha especial importância quando um equipamento ou produto entra na fase de descontinuidade. Não adianta a empresa fazer um estoque de peças de um produto descontinuado quando pensamos no longo prazo. Em uma determinada hora a produção será afetada por conta de falhas ou quebras no equipamento.

Outro exemplo vem do setor automobilístico, que geralmente retrofita a sua linha de montagem regularmente, quando do lançamento de novos modelos. Os projetos dos veículos são constantemente reformulados para atender aos cada vez mais exigentes consumidores, aplicando novas tecnologias e, especialmente, para se manterem competitivos no mercado. Se as montadoras não realizassem os retrofits de suas linhas de produção, a cada novo modelo seria inviável manter a planta em funcionamento. A adaptação e implementação de dispositivos e equipamentos auxiliam na rápida troca de modelos em produção a um custo viável, muito menor do que uma eventual nova linha de montagem a cada modelo lançado.

O processo de retrofit geralmente é realizado em períodos mais ociosos como final do ano, quando geralmente as empresas entram em recesso, ou durante o 3º turno ou finais de semana, reduzindo o tempo de parada das máquinas. Mas essa estratégia depende do planejamento de cada empresa.

Como garantir o sucesso do retrofit dos equipamentos?

É preciso investir em equipamentos que, mesmo quando descontinuados ou que já sejam considerados antigos, possam se comunicar facilmente com os mais novos. É preciso ter a capacidade de adaptar conectores de equipamentos antigos nos mais novos, migrar informações e dados facilmente para novos programas, contar com softwares que aceitam conversões de programas antigos, uma rede industrial mais antiga que continue em funcionamento mesmo com a instalação de uma nova tecnologia, garantindo a compatibilidade entre as gerações.

Cada produto deve obedecer a uma linha de tempo em que cada equipamento converse com a sua nova versão. Mas, para que essa linha do tempo realmente seja válida, os produtos já precisam ser desenvolvidos pensando nessa continuidade e, a cada mudança, o fabricante precisa informar claramente sobre como e quando serão realizadas as alterações, além de indicar com precisão qual equipamento, dispositivo ou programa entra para substituir a versão anterior.

Essa continuidade é uma das bases de uma verdadeira parceria entre o fabricante e a empresa usuária do seu produto, mantendo um relacionamento longo e produtivo, ao lado dos distribuidores e integradores, permitindo adotar estratégias como o retrofit, que vão aumentar a produtividade de instalações industriais de todos os portes, com um custo mais acessível que a simples troca de equipamentos.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 14/01/2021

Projeto Brasileiro Vence Competição Internacional de Internet das Coisas (IoT)

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Projeto Brasileiro Vence Competição Internacional de Internet das Coisas (IoT)

Iniciativa, liderada pela Fundação IOTA, situada na Alemanha, teve como objetivo integrar diferentes dispositivos com a rede em nuvem da IOTA.

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Eliabel Barreto

Barueri (SP) – A Fundação IOTA, organização sem fins lucrativos responsável pela criptomoeda IOTA, que permite transacionar valores e dados para fins de Internet das Coisas, promoveu no último mês de outubro, sua primeira competição Hackaton idealizada pela divisão IOT 2 Tangle para desenvolvedores de diversos países do mundo.

Nessa iniciativa, os candidatos tiveram um mês para desenvolver projetos de código-aberto que pudessem ser distribuídos através do Tangle, ecossistema criado pela IOTA com a finalidade de integrar dados de diferentes dispositivos e impulsionar a comunicação Machine to Machine com o recurso IOTA Streams.

O desafio contou com 26 projetos ao todo, dos quais 18 foram selecionados. A disputa foi encerrada em novembro e definiu cinco vencedores, que foram escolhidos após avaliação de um júri, formado por três avaliadores, entre membros da IOTA e de empresas patrocinadoras.

O primeiro colocado foi o projeto do brasileiro Eliabel Barreto, técnico responsável pelos treinamentos de produtos da Mitsubishi Electric do Brasil. O especialista fez a integração do Controlador Lógico Programável (CLP) FX5, da Mitsubishi, ao Factory I/O, um software de simulação de fábrica.

Com a ajuda de um microcomputador Raspberry PI2 e uma biblioteca desenvolvida em linguagem Phyton, foi possível coletar registros do CLP iQ-F. Após essa etapa, foi feita a integração com o framework criptografado IOTA Streams para o envio de dados, de forma segura, à Tangle, para que pudesse ser consumido pelos utilizadores da plataforma.

De acordo com Eliabel, o que facilitou essa integração foi o protocolo padrão SLMP aplicado a todas as soluções de automação da Mitsubishi. “Por ele ser aberto, facilitou a conexão com outros softwares. A maioria dos CLPs não possui um protocolo aberto de livre implantação, o que dificultaria ou até inviabilizaria o projeto”, explica o especialista.

Premiação

Os cinco primeiros colocados foram contemplados com prêmios em dinheiro. Além disso, foram entregues hardwares voltados para IoT. Os ganhadores também receberão um curso oferecido pela IOTA Academy ONE para desenvolvedores, com direito a um certificado emitido pela fundação.

“Foi um privilégio ter a oportunidade de participar dessa competição, que conseguiu reunir grandes experts da programação. A coleta de dados é um dos principais pilares da Indústria 4.0 e essa integração permite impulsionar um modelo de negócio que já é tendência no mundo todo, o Maas (Machine as a Service). Além disso, a segurança do ambiente da IOTA e o propósito da competição foram decisivos para que eu decidisse me juntar à disputa. Foi um desafio bastante acirrado, com muitos projetos incríveis. Me sinto honrado e agradecido pelo apoio da IOTA e dos demais candidatos”, declara Barreto.

Para saber mais sobre a competição e o projeto vencedor, acesse: ohttps://i2t.medium.com/integrate-everything-with-iota-hackathon-winners-announcement-d1c86f075b3b

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 08/12/2020

Artigo: Como a automação industrial pode impulsionar o empreendedorismo de pequenas e médias operações

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Artigo: Como a automação industrial pode impulsionar o empreendedorismo de pequenas e médias operações

Por: Valmir Trindade, coordenador de vendas da Mitsubishi Electric

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Valmir Trindade, coordenador de vendas

Barueri (SP) – Em qualquer tipo de negócio, independentemente do seu porte, para manter a competitividade é crucial e mandatório otimizar e estabelecer uma posição de vanguarda quando o assunto é o gerenciamento e redução de custos, principalmente nas empresas de pequeno porte – com faturamento maior que R$ 360 mil e menor ou igual a R$ 4,8 milhões, segundo o BNDES – onde geralmente os custos já são enxutos. Tudo isso, sem comprometer a qualidade do produto ou serviço, o atendimento ao cliente e a capacidade de entregar experiências únicas.

Principalmente em um momento em que o mercado está aberto ao empreendedorismo e suas inovações, é tempo de aprender com as grandes empresas como as tecnologias da Indústria 4.0 e automação podem ser adaptadas ao universo dos pequenos e médios negócios que fazem parte da cadeia do setor industrial.

Controle mais eficiente

Para atender a todos esses requisitos, esses empreendedores precisam de mais eficiência no controle e na geração de relatórios, além de um planejamento de pequeno, médio e longo prazo. Uma solução simples e ao mesmo tempo avançada de automação pode ajudar fabricantes, fornecedores, prestadores de serviços ou varejistas de pequeno porte a aumentar a produtividade e alcançar os resultados desejados da força de trabalho e dos negócios.

Atualmente, existem aplicativos de software para automatizar uma ampla variedade de tarefas diárias, para que o líder da operação possa se concentrar em questões críticas dos negócios. Fabricantes entenderam que inovação e tecnologia precisam fazer parte da cultura das pequenas e médias empresas, passando a oferecer soluções cada vez mais intuitivas e acessíveis.

Um exemplo que pode até parecer complicado de início, mas que rapidamente passa a agregar valor no dia a dia é a implantação de controladores lógicos programáveis (CLPs) com sistema MES (Manufacturing Execution Systems), integrado. Os CLPs atuam na automação e controle de processos industriais, independentemente de sua complexidade e ter um sistema de MES conectado e integrado ao ERP é tarefa simples e que põe de lado a necessidade de se utilizar diversos softwares para integrar TA e TI. Tudo o que você precisa nesse tipo de solução é um cartão no barramento da CPU, o que reduz o custo total de propriedade se comparado com outras soluções de mercado.

Com isso, é possível impulsionar a interação entre a equipe de projetos e os fornecedores, através do acompanhamento de pedidos e recebimentos, gestão da cadeia de abastecimento e do inventário, integração de sistemas, de dados e configuração do monitoramento de dados, compartilhando alertas e rastreando o status do inventário. Enfim, você garante uma entrega rápida e pontual.

Além disso, você pode contar com a experiência de integradores de sistema que, além de serem especialistas em automação, oferecem mão de obra especializada e menor custo total da solução.

Outro exemplo prático de como a automação pode gerar valor é a utilização de inversores de frequência em partida de motores elétricos, que além de diminuir o consumo de energia com a variação de velocidade, no nosso caso ainda possibilitam economia adicional de energia com a função de Energy Saving, que pode ser inclusive ajustada de acordo com o tipo de carga.

Pensando grande

Definitivamente, a automação não é apenas para as grandes operações. Empresas de pequeno e médio porte podem perfeitamente se beneficiar com a introdução de robôs industriais. Ao contrário do que muita gente imagina, a principal função de um robô industrial é somar forças na execução de tarefas que exigem esforço manual contínuo e que muitas das vezes podem comprometer a saúde de profissionais nessas indústrias. Um robô pode mitigar a quantidade de acidentes e/ou afastamentos permitindo que a indústria progrida em seus processos e consequentemente no faturamento. Além disso, é fácil de programar. Através de treinamentos apropriados, muitas vezes oferecidos pelos próprios fabricantes, um operário pode configurar esse robô deixando tudo previamente salvo, evitando desse modo paradas desnecessárias.

Ou seja, um robô pode trazer mais desenvolvimento para o bem estar, saúde e segurança de todos os funcionários, diminuir despesas com afastamentos desnecessários, oferecer ganho de eficiência e precisão, aumentar a estabilidade de produção, colaborar com o desenvolvimento profissional de funcionários. Uma boa regra é ter como meta um ROI de pelo menos dois, três anos, o que ainda gerará pelo menos de 5 a 7 anos de retornos sólidos em uma aplicação típica de robô.

Ao final, a grande lição é que o avanço da tecnologia possibilita cada vez mais que a automação esteja ao alcance de empresas de todos os portes, sem investimentos significativos. Basta contar com parceiros e fabricantes de qualidade e com experiência no segmento.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 23/11/2020

Artigo: A Automação Industrial está mais próxima do que você imagina

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Artigo: A Automação Industrial está mais próxima do que você imagina

Por: Renato Bedendi, especialista de Marketing da Mitsubishi Electric

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Renato Bedendi, especialista de Marketing

Barueri (SP) – Se nos anos 1980, ou até mesmo começo dos anos 90, uma empresa decidisse automatizar os seus processos produtivos, enfrentaria um grande desafio, a começar pela falta de mão de obra especializada em Automação Industrial, além da alta complexidade em programar os equipamentos e até mesmo a pouca oferta e alto preço dos mesmos. Mas, se antes os desafios inviabilizavam vários projetos, hoje não existe mais esse problema, já que o mercado oferece atualmente uma boa quantidade de profissionais da área e os equipamentos estão cada vez mais modernos e variados, aproximando-se de um padrão Plug and Play.

Ainda no passado, a automação de cada aplicação ou função demandava equipamentos dedicados. Hoje, por exemplo, podemos usar um mesmo controlador na indústria automobilística, alimentícia, siderúrgica. Basta fazer uma programação adaptada ao processo onde o sistema deve ser inserido e tudo irá funcionar perfeitamente. Esse novo cenário, então, está levando a automação industrial cada vez mais para dentro das empresas, se transformando em uma realidade mais próxima do que muitos imaginavam ser possível.

Plataformas amigáveis

Além da crescente facilidade na programação, atualmente os sistemas estão baseados em linguagem gráficas, o que facilita muito a sua configuração. Existem também, muitos recursos que já estão embarcados no sistema, tornando a tecnologia cada vez mais amigável.

Outro ponto que vem aproximando a automação industrial das linhas de produção das empresas é a possibilidade de manter internamente profissionais mais generalistas, aptos a solucionar problemas de pequeno e médio porte. E, quando for necessária uma intervenção mais especializada para, por exemplo, realizar manutenções preventivas ou automatizar um novo sistema, contar com empresas especializadas que oferecem esses serviços. Com isso, se o core da empresa é a fabricação de latas de alumínio, não é necessário manter uma equipe de engenharia para desenvolver um projeto de automação, elevando seus custos fixos.

Uma jornada segura

As empresas devem sempre ter no radar que a automação industrial é uma jornada que vai sendo percorrida aos poucos, mas que rapidamente começa a gerar valor, com redução de custos na linha de produção, aumento da produtividade e melhor qualidade dos produtos.

Quando você automatiza um processo industrial, isso te permite produzir mais, executando mais processos simultaneamente. Além disso, é possível fazer automações descentralizadas, estágio por estágio de uma linha de produção, até implementar a automação total, integrando todos os setores – a chamada Indústria 4.0.

Nessa jornada, a automação começa a apresentar uma visão abrangente dos processos, entregando dados sobre a produção em tempo real. Assim, a empresa passa a ter conhecimento de quanto é o custo de fabricação de cada unidade do seu produto, identificando o gasto de energia, de matéria-prima, entre outras variáveis, e embasar decisões gerenciais que vão impulsionar o processo industrial e a competitividade.  

Ao final de qualquer análise, a verdade é que a automação é uma jornada sem volta. E com um eficiente planejamento, esse cenário está cada vez mais próximo da sua empresa e até mesmo do seu cotidiano, desde o pão de forma do café da manhã a uma televisão 8K, as linhas de produção certamente contam com algum nível de automatização. Provavelmente o setor de eletroeletrônicos utilizará mais recursos de automação do que o setor de panificação por conta da complexidade de seus componentes, mas não importa. Cada setor, cada empresa e cada momento demanda um tipo de automação diferente. Mas não há dúvida de que ela é a chave para a competitividade, eficiência e qualidade.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 12/10/2020

Artigo: A Automação Industrial está mais próxima do que você imagina

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Artigo: A Automação Industrial está mais próxima do que você imagina

Por: Renato Bedendi, especialista de Marketing da Mitsubishi Electric

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Renato Bedendi, especialista de Marketing

Barueri (SP) – Se nos anos 1980, ou até mesmo começo dos anos 90, uma empresa decidisse automatizar os seus processos produtivos, enfrentaria um grande desafio, a começar pela falta de mão de obra especializada em Automação Industrial, além da alta complexidade em programar os equipamentos e até mesmo a pouca oferta e alto preço dos mesmos. Mas, se antes os desafios inviabilizavam vários projetos, hoje não existe mais esse problema, já que o mercado oferece atualmente uma boa quantidade de profissionais da área e os equipamentos estão cada vez mais modernos e variados, aproximando-se de um padrão Plug and Play.

Ainda no passado, a automação de cada aplicação ou função demandava equipamentos dedicados. Hoje, por exemplo, podemos usar um mesmo controlador na indústria automobilística, alimentícia, siderúrgica. Basta fazer uma programação adaptada ao processo onde o sistema deve ser inserido e tudo irá funcionar perfeitamente. Esse novo cenário, então, está levando a automação industrial cada vez mais para dentro das empresas, se transformando em uma realidade mais próxima do que muitos imaginavam ser possível.

Plataformas amigáveis

Além da crescente facilidade na programação, atualmente os sistemas estão baseados em linguagem gráficas, o que facilita muito a sua configuração. Existem também, muitos recursos que já estão embarcados no sistema, tornando a tecnologia cada vez mais amigável.

Outro ponto que vem aproximando a automação industrial das linhas de produção das empresas é a possibilidade de manter internamente profissionais mais generalistas, aptos a solucionar problemas de pequeno e médio porte. E, quando for necessária uma intervenção mais especializada para, por exemplo, realizar manutenções preventivas ou automatizar um novo sistema, contar com empresas especializadas que oferecem esses serviços. Com isso, se o core da empresa é a fabricação de latas de alumínio, não é necessário manter uma equipe de engenharia para desenvolver um projeto de automação, elevando seus custos fixos.

Uma jornada segura

As empresas devem sempre ter no radar que a automação industrial é uma jornada que vai sendo percorrida aos poucos, mas que rapidamente começa a gerar valor, com redução de custos na linha de produção, aumento da produtividade e melhor qualidade dos produtos.

Quando você automatiza um processo industrial, isso te permite produzir mais, executando mais processos simultaneamente. Além disso, é possível fazer automações descentralizadas, estágio por estágio de uma linha de produção, até implementar a automação total, integrando todos os setores – a chamada Indústria 4.0.

Nessa jornada, a automação começa a apresentar uma visão abrangente dos processos, entregando dados sobre a produção em tempo real. Assim, a empresa passa a ter conhecimento de quanto é o custo de fabricação de cada unidade do seu produto, identificando o gasto de energia, de matéria-prima, entre outras variáveis, e embasar decisões gerenciais que vão impulsionar o processo industrial e a competitividade.  

Ao final de qualquer análise, a verdade é que a automação é uma jornada sem volta. E com um eficiente planejamento, esse cenário está cada vez mais próximo da sua empresa e até mesmo do seu cotidiano, desde o pão de forma do café da manhã a uma televisão 8K, as linhas de produção certamente contam com algum nível de automatização. Provavelmente o setor de eletroeletrônicos utilizará mais recursos de automação do que o setor de panificação por conta da complexidade de seus componentes, mas não importa. Cada setor, cada empresa e cada momento demanda um tipo de automação diferente. Mas não há dúvida de que ela é a chave para a competitividade, eficiência e qualidade.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 01/09/2020

Artigo: Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

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Artigo: Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

Por: Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico

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Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Após um longo período de estagnação que compreende especialmente as décadas de 70 e 80, o campo educacional brasileiro das áreas ligadas à tecnologia, em especial a engenharia e suas especializações, vem se atualizando constantemente, em paralelo à evolução tecnológica global, uma vez que a área técnica é intimamente ligada à tecnologia e suas mudanças. Essa rápida aceleração tecnológica das últimas duas décadas vem exigindo das instituições de ensino, uma atualização constante em todos os aspectos, em especial na grade curricular, corpo docente e na infraestrutura.

A partir da década de 90, época de abertura inédita do mercado nacional para importações de produtos, o Ministério da Educação (MEC) atualizou uma série de regulamentações, o que possibilitou o aumento da variedade de cursos técnicos e superiores na área de Engenharia, ampliando a oferta de vagas nas instituições pública e privadas. Segundo matéria do Guia do Estudante, hoje existem 34 tipos de cursos de Engenharia, que vão de Acústica a Têxtil, sem contar outros cursos correlatos, como Automação Industrial, Robótica, entre outros.

Porém, essa alta quantidade de cursos não vem refletindo em uma melhor qualidade dos profissionais formados. Segundo estudo de fevereiro de 2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cinco em cada dez indústrias brasileiras têm dificuldade em contratar por causa da falta de trabalhador qualificado. A pesquisa relata que a função com maior carência de trabalhador qualificado é a de operador, que afeta 96% das empresas consultadas, seguida de empregados de nível técnico, com 90%. Ou seja, a vaga ao recém formado existe, mas a empresa não consegue preenchê-la adequadamente.

Além disso, o mercado que antes buscava um perfil de profissional técnico voltado para atividades especificas a serem desempenhadas, hoje está atrás de um profissional mais plural, que além da parte técnica, conheça e desempenhe tarefas de outras áreas, como marketing, vendas, logística, administração, entre outras. Portanto, há uma necessidade latente de atualização nas grades curriculares a fim de que os novos profissionais estejam mais habilitados a essa nova demanda do mercado.

Dessa forma, a solução aos recém formados é a capacitação extra curricular, ou seja, a aquisição de conhecimentos além da formação, algo que hoje em dia é muito mais fácil que a décadas atrás, umas vez que a disponibilidade de fontes e canais de consulta e conhecimento globalizada através da Internet abrem possibilidades quase infinitas não somente de conhecimento técnico mais aprofundado de novas tecnologias, mas também conteúdos de outras áreas. Assim, esses novos profissionais, poderão contribuir, com uma visão mais ampla, na solução de problemas e na proposição de inovações dentro das empresas.

Especificamente sobre a carreira de automação, ela vem passando por essas transformações mencionadas, ou seja, do trabalho técnico específico para uma atuação mais dinâmica, plural e corporativa. Além disso, há uma interrelação íntima da área de Automação com a área de Tecnologia da Informação (TI), evidenciado por exemplo, no uso de novas tecnologias como a IoT (Internet das Coisas).

Dessa forma, cabe ao novo profissional de Automação a capacidade analítica de, por exemplo, aplicar tecnologias de IoT através da automação, impactando na aquisição de dados que podem gerar conhecimento sobre como recursos naturais, como água, são consumidos e de que forma podem ser otimizados, trazendo impactos sobre qualidade e finanças. Por outro lado, essa mesma tecnologia, pode gerar conhecimento sobre como um operador opera uma máquina, trazendo a necessidade de melhor treinamento, impactando o RH na melhoria profissional colaboradores, assim como na produção.

Considerando a questão da pandemia, ou seja, um cenário de crise e cada vez mais competitivo, o papel da Automação torna-se ainda mais relevante. Uma pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Ou seja, o que era um processo ainda lento de implementação da automação em diversos setores, foi acelerado de forma colossal com a pandemia, mudando também o seu enfoque que foi de cortar custos trabalhistas ou ganhar em eficiência para minimizar ao máximo o contato entre humanos, evitando a disseminação rápida do novo coronavírus.

Portanto, o profissional de automação que já tinha boas perspectivas de carreira, passa com a evolução do mercado e com a chegada da Pandemia, a se tornar ainda mais valorizado, cabendo a ele estar sempre atualizado e cada vez mais multidisciplinar para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.519,9 bilhões de ienes (US$ 40,7 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2019. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 111 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 31 de março de 2019

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 31/08/2020

Mitsubishi Electric faz live exclusiva sobre Manufatura Avançada para o SENAI-SP

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Mitsubishi Electric faz live exclusiva sobre Manufatura Avançada para o SENAI-SP

A apresentação contou com a participação de aproximadamente 300 Docentes e Técnicos de 92 unidades do SENAI-SP

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Barueri (SP) – O SENAI-SP reuniu seus diretores de unidades, corpo docente e técnicos para a apresentação de uma metodologia desenvolvida pela Mitsubishi Electric de avaliação, viabilização e implementação de projetos de Manufatura Avançada chamada de Smart Manufacturing Kaizen Level (SMKL).

O SMKL é baseado na avaliação da situação atual, identificação de pontos de melhoria, indicadores de performance (KPI), qual direção seguir, seu retorno de investimento e quais os conhecimentos necessários para os colaboradores envolvidos.

Segundo o Gerente de Planejamento e Avaliação do SENAI-SP, José Carlos Dalfré, e organizador da live, o SENAI está sempre atento às inovações tecnológicas e suas aplicações para disseminar esse conhecimento aos alunos e para a indústria. “O processo de digitalização ainda é muito novo para a grande maioria das empresas, e poder contar com a experiência global da Mitsubishi Electric para caminharmos juntos, faz toda diferença “, declarou Dalfré.

“A Mitsubishi Electric possui um grande portfólio de produtos e soluções para Automação Industrial aplicáveis em projetos de Manufatura Avançada e a matriz no Japão desenvolveu a metodologia de implementação através de experiências nas próprias linhas de produção. Compartilhar esse conhecimento com o SENAI-SP reforça o compromisso que temos com as instituições de ensino e com a indústria local“, acrescenta Hélio Sugimura, Gerente de Marketing da divisão de Automação Industrial.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.519,9 bilhões de ienes (US$ 40,7 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2019. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 111 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 31 de março de 2019

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 27/08/2020

#MEBTalents 5 – Bráulio Molinari

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#MEBTalents 5 – Bráulio Molinari

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Braulio Molinari, Coordenador do Canal OEM

Barueri (SP) – Na quinta edição do #MEBTalents, conversamos com o coordenador do canal OEM (Fabricante de Máquinas), Bráulio Molinari. Natural de Curitiba e há mais de 3 anos na empresa, ele respondeu algumas perguntas sobre a Pandemia e sua atuação na companhia.

Como tem sido seu dia a dia profissional durante a Pandemia e quais as suas perspectivas para o pós-Pandemia?

Apesar da Pandemia, meu dia a dia profissional tem sido bastante intenso. Com as restrições para visitar clientes e até mesmo a própria equipe de trabalho, temos que utilizar cada vez mais as ferramentas online para manter o alinhamento e sincronismo que sempre tivemos. Ligações telefônicas, WhatsApp e principalmente Videoconferências se transformaram na minha nova rotina, assim como a de muito profissionais da área.

Acredito que no Pós-pandemia esta nova cultura e forma de interação continuarão frequentes, principalmente pelos benefícios associados, como economia de custos, de tempo, assertividade e velocidade no acesso à informação, coexistindo com a parte presencial que deve ser retomada aos poucos e com segurança.

Após uma longa passagem em outra grande multinacional do setor, qual seria o diferencial positivo em trabalhar na Mitsubishi Electric? E Quais as principais diferenças entre viver em Curitiba e São Paulo?

Os principais diferenciais são a agilidade e a flexibilidade que a Mitsubishi Electric possui. Estar próximo da alta direção, que possui uma mentalidade ambiciosa e aberta a novas ideias, permite uma rápida mudança de curso ou implementação de novos projetos, que refletem diretamente em nossos resultados e na satisfação dos nossos clientes e equipes. Paralelamente, os valores que a cultura japonesa carrega como ética e responsabilidade, além da qualidade dos nossos produtos, trazem ainda mais segurança para construirmos esta estória de sucesso.

Sobre as duas cidades, me sinto confortável em ambas. Curitiba é minha cidade natal. Lá está minha família e também foi onde construí a base da minha carreira. Já, viver em São Paulo, me dá a chance de ter acesso à tudo o que eu preciso a qualquer hora do dia ou da noite, assim como, me permite acessar grandes empresas, que possuem plantas ou escritórios apenas aqui, trazendo o desafio de enfrentar todos os principais concorrentes no maior mercado do Brasil.

Como coordenador do canal de Fabricante de Máquinas, qual o balanço sobre o impacto da Pandemia neste segmento?

A Pandemia impactou todos os nossos clientes e os segmentos em que atuam. Alguns deles, cujos segmentos pararam, como a indústria automobilística, sofreram com a suspensão ou até cancelamento de diversos projetos. Estes clientes precisaram buscar novas oportunidades, ou até desenvolver novos portfólios, para atender segmentos que não faziam parte do seu core-business. Em contrapartida, tivemos outros clientes cuja demanda aumentou drasticamente, como alimentos e bebidas, farmacêutica e logística. Devido à diversificação da nossa carteira de clientes e ao atendimento próximo que sempre prestamos, felizmente o saldo final para a Mitsubishi Electric vem sendo positivo.

Você já teve a oportunidade de participar de reuniões e visitar as instalações da matriz no Japão, como foi essa experiência?

A chance de poder estar inserido em uma cultura milenar e bastante diferente da nossa foi bastante enriquecedora. Além disso, ter a chance de visitar fábricas com um grau de automação e organização ainda pouco visto por aqui, mostrou não só o quanto ainda podemos evoluir, mas também o quanto podemos ajudar nosso país e seu parque industrial a se tornar um player ainda mais competitivo.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com quase 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.519,9 bilhões de ienes (US$ 40,7 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2019. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 111 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 31 de março de 2019

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No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

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