Resultado de Pesquisa

  • 11/04/2024

Como a integração entre indústria e universidade pode trazer benefícios

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Como a integração entre indústria e universidade pode trazer benefícios

por Thiago Turcato, gerente de suporte técnico da Mitsubishi Electric Brasil

Barueri (SP) – A parceria entre instituições de ensino e a indústria na área de pesquisa científica é uma prática consolidada no mercado que já rendeu diversas inovações em áreas como TI e farmacêutica. Mas, de algum tempo para cá, as empresas estão percebendo que existem mais possibilidades além do desenvolvimento de produtos e serviços, passando a investir na formação de mão de obra especializada indo além dos tradicionais programas de estágio.

Para atender à demanda da indústria, outros modelos de parceria, além da científica, estão sendo implementados, e muitas empresas já perceberam suas vantagens, investindo cada vez mais em iniciativas que envolvem instituições de ensino, que vão desde doações de equipamentos e patrocínios institucionais, até a promoção e desenvolvimento de competições e concursos, entre outras iniciativas.

Já, as instituições de ensino, geralmente são muito receptivas e demonstram grande interesse em estreitar esse relacionamento, uma vez que traz inúmeros benefícios.

Como funciona?

A adoção de sistemas e soluções de automação industrial é apontada como fundamental para que setores como o de manufatura, alimentos e bebidas, mineração, entre outros, obtenham mais produtividade e reduzam seus custos, aumentando a sua participação no mercado. Já setores como infraestrutura, saneamento e distribuição de energia precisam automatizar seus processos para entregar melhores serviços para a população.

Todos esses setores enfrentam um desafio em comum, a falta de mão de obra especializada. Por isso, é preciso fomentar um relacionamento mais próximo com instituições de ensino superior e cursos técnicos, o que pode ser viabilizado por meio de colaboradores da empresa com a instituição em que estudou ou então por meio dos coordenadores dos cursos com mais sinergia ao objetivo do projeto da empresa. Por fim, indicações via networking (parceiros) também são sempre um bom caminho.

Por que fomentar esse novo modelo de relacionamento?

Apresente um desafio a um estudante de engenharia e é quase certo que ele irá “mergulhar” no problema até encontrar a solução. Por isso, a criação de competições ou concursos estudantis oferece a oportunidade de incentivar esse espírito de inovação, com a mentoria de profissionais, simulando a realidade do mercado de trabalho, principalmente quando a meta é o desenvolvimento de aplicações que possam ser utilizadas em situações reais da indústria no mercado em geral.

Essa maior integração faz com que o mercado de trabalho possa absorver melhor e mais facilmente os novos profissionais. À medida que há uma aproximação maior entre a Indústria e a Academia, os recém-formados podem chegar ao mercado de trabalho mais preparados para a realidade do mercado industrial, facilitando assim essa transição tanto por parte do indivíduo como por parte das empresas.

É a famosa relação ganha-ganha. As empresas recebem jovens mais bem preparados para assumirem as suas posições. E, os estudantes, chegam ao mercado de trabalho com maior conhecimento técnico e, também, com um melhor entendimento do ambiente corporativo.

Esse novo modelo será possível a partir de maiores conexões entre empresas e instituições de ensino, gerando oportunidades de crescimento para ambos os lados. Devemos ensinar, aprender e inovar juntos para então prosperar e criar uma sociedade mais justa e sustentável

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 21/03/2024

A nova era da manufatura com a IA e robôs colaborativos

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A nova era da manufatura com a IA e robôs colaborativos

por Jaime Perroti, especialista de produto na Mitsubishi Electric Brasil

Barueri (SP) – Com a crescente adoção de tecnologias de automação no setor de manufatura, a previsão é de que cada vez mais os robôs trabalhem ao lado dos humanos para alcançar níveis mais altos de produtividade, qualidade e flexibilidade. Atuando de forma colaborativa, humanos e robôs podem combinar seus pontos fortes e habilidades únicas para otimizar as operações nas linhas de produção.

Os processos de fabricação são mais rápidos, mais eficientes e mais econômicos quando humanos e robôs trabalham juntos. Estudo conduzido por Julie Shah, responsável pelo Interactive Robotics Group do MIT, aponta que o tempo ocioso é reduzido em 85% quando as pessoas trabalham em parceria com um robô colaborativo, em comparação com quando trabalham em equipes exclusivamente humanas.

E quando esses robôs colaborativos forem alimentados por inteligência artificial? Qual será o seu desempenho e o seu impacto na manufatura?

O fim das “grades” de segurança

Os robôs colaborativos mudaram significativamente o cenário industrial, permitindo que os chamados cobots e humanos trabalhassem em estreita colaboração sem colocar as pessoas em perigo. Não faz muito tempo que a única maneira de trabalhar com robôs era mantê-los atrás de “enclausuramento” de segurança.

Tecnologias de IA e robótica tornaram possível encontrar respostas criativas para os problemas enfrentados por empresas de todos os tamanhos e em todos os setores da manufatura. Robôs alimentados por inteligência artificial estão sendo usados para resolver problemas e adaptar estratégias de negócios às mudanças nas expectativas dos clientes, operando em ambientes compartilhados para manter os colaboradores seguros nas linhas de produção, em centros de distribuição e outros locais. Além disso, eles trabalham de forma independente para realizar operações complicadas, como corte, usinagem, soldagem e inspeção.

A evolução não tem limites

A tecnologia de machine learning, uma das áreas da IA, é essencial para a capacidade dos robôs aprenderem e melhorarem seu desempenho ao longo do tempo, ganhando novas competências usando conhecimento contextual aprendido por meio da experiência e de dados em tempo real. Isto permite que os robôs abordem novas questões à medida que elas surgem em suas tarefas.

A consciência do ambiente, por exemplo, é uma das capacidades mais críticas em robôs colaborativos. Essas máquinas geralmente funcionam em ambientes movimentados, cheios de pessoas, veículos e prateleiras repletas de produtos e precisam detectar obstáculos e pegar objetos e ferramentas específicas.

A IA permite que robôs executem essas tarefas com mais rapidez e precisão, captando e analisando informações provenientes de sensores de visão, como câmeras 2D/3D, para segmentar e compreender cenas, bem como detectar e classificar objetos pelos seus tamanhos e profundidades.

No atual contexto da colaboração humano-robô em ambientes de produção da manufatura inteligente, a adoção da IA vai cada vez mais facilitar processos de aprendizagem avançados, permitindo que humanos e robôs aprendam juntos, elevando a produtividade e eficiência a novos patamares, base na nova era da manufatura.

 

  • 10/03/2024

Tendências em automação industrial para 2024

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Tendências em automação industrial para 2024

por André Chimura, Gerente geral da divisão de automação industrial  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Para atender ao cenário econômico global, com produtividade e rentabilidade, diversos setores, como o industrial, agronegócio, saneamento, mineração, entre outros, estão investindo cada vez mais na automatização de processos. E essa demanda por produção precisa e de alta qualidade vem impulsionando o mercado de automação industrial, que segundo a consultoria Expert Market Research, movimentou cerca de 192,74 bi de dólares em 2023.

A robótica desponta como uma das tecnologias mais importantes nesse cenário, agilizando uma série de processos de produção, desde a cadeia de suprimentos até a logística. Essa tendência aumenta a eficiência, produtividade e escalabilidade para organizações de vários setores.

Outra grande tendência em automação industrial é a adoção de robôs colaborativos nas linhas de produção, projetados com uma série de sensores para detectar a presença de obstáculos ou trabalhadores. Dependendo da aplicação, o dispositivo reduz a velocidade em zonas pré-determinadas para garantir a segurança do trabalhador.

Especialistas também indicam que as tendências em automação industrial para 2024, visando maior produtividade, redução de custos e controle de alta qualidade, além de robôs industriais e colaborativos, incluem sensores e acionamentos, assim como soluções de visualização, como sistemas supervisório SCADA e de monitoração de energia, entre outros.

IIoT e IA impulsionam a automação industrial

A Internet Industrial das Coisas (IIoT) está presente nas linhas de produção com soluções que entregam dados para monitorar e controlar diversas etapas dos processos. Especialistas indicam uma integração ainda maior da IIoT com mais dispositivos e máquinas conectadas entre si e à nuvem.

Por exemplo, sensores podem ser usados para monitorar a temperatura, a umidade e outras condições ambientais em uma fábrica, enquanto as máquinas conectadas podem compartilhar dados sobre seu status e desempenho. Esses dados podem ser usados para otimizar cronogramas de produção e reduzir o consumo de energia, melhorando a eficiência geral.

E não podemos deixar de citar a tendência que vem transformando todos os setores da economia: a Inteligência Artificial (IA), que está sendo adotada em sistemas de automação industrial para otimizar a produção e processos, prevendo necessidades de manutenção e aprimorando o controle de qualidade. Os sistemas alimentados por IA podem analisar grandes quantidades de dados em tempo real, permitindo que os gestores tomem decisões baseadas em dados, o que melhora o desempenho operacional geral.

Embora em países desenvolvidos essas tendências já sejam realidade, em economias emergentes, como o Brasil, ainda prevemos um futuro da automação industrial repleto de inovações, com tecnologias que prometem revolucionar a Indústria. Da IA e IIoT aos robôs colaborativos, há inúmeras tendências a serem observadas em 2024 e além, criando diversas oportunidades.

Ao se manterem informados e flexíveis a mudanças, líderes de negócio podem se posicionar à frente da concorrência e competitivos em um mercado cada vez mais complexo e exigente. Aqueles que abraçarem estas mudanças estarão bem posicionados para o sucesso.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 04/03/2024

Como a automação permite ao agronegócio superar desafios climáticos

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Como a automação permite ao agronegócio superar desafios climáticos

por Fernando Cesar Rocha, coordenador de vendas da Mitsubishi Electric Brasil

Barueri (SP) – Há cerca de 10 mil anos, com o desenvolvimento da agricultura – a chamada Revolução Neolítica – a humanidade mudou seu estilo de vida nômade e constituiu sociedades sedentárias, dando início ao processo de construção de cidade. Desde então, o setor agrícola vem enfrentando desafios para alimentar a crescente população mundial, agravados pelas alterações climáticas que acenderam o alerta em toda a sociedade.  

Especialistas do WEF (World Economic Forum) apontam que a agricultura é responsável por cerca de 23% das emissões de gases de efeito de estufa causadas pelo homem e utiliza até 92% da água doce do mundo. Além disso, de acordo com um relatório da WWF (World Wide Fund for Nature), cerca de 40% dos alimentos cultivados são desperdiçados.

E, segundo o Banco Mundial, as alterações climáticas e a insegurança alimentar e nutricional representam dois dos maiores desafios de desenvolvimento do nosso tempo. Os analistas afirmam que um sistema alimentar mais sustentável pode não só preservar o planeta, mas garantir a segurança alimentar para todos.

Um novo modelo de agricultura sustentável

O agronegócio precisa estar preparado para alimentar uma população global que deve chegar a 9,7 bilhões de pessoas até 2050. Mas, tradicionalmente, o aumento da produção alimentar tem estado associado à expansão agrícola e à utilização insustentável da terra e dos recursos, levando a um aumento das emissões.

Para mudar esse cenário, o Banco Mundial propõe o modelo de Climate-Smart Agriculture (CSA), uma abordagem holística para acabar com a insegurança alimentar e promover o desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo que aborda as questões das alterações climáticas. O CSA é um conjunto de práticas e tecnologias agrícolas que simultaneamente aumentam a produtividade, aumentam a resiliência e reduzem as emissões de gases de efeito estufa.

Tecnologia é o caminho para a sustentabilidade financeira e ambiental

Esse novo modelo de agricultura depende basicamente da tecnologia para a sua implementação, de modo que o setor do agronegócio possa lidar com o aumento dos custos trabalhistas, as alterações climáticas e os custos crescentes decorrentes da perda e desperdício de alimentos.

E a resposta está na adoção da automação e da IA (Inteligência Artificial), capaz de entregar retornos mais rapidamente e com menor investimento do que uma reformulação global das operações.

Essa é a chamada Agricultura 4.0, ou agricultura de precisão, um desenvolvimento lógico dos sistemas de produção de alimentos, empregando estratégias de sensoriamento remoto e tecnologias incorporadas para gerenciar e controlar o desempenho geral.

A Agricultura 4.0 utiliza ferramentas de Internet das Coisas e Big Data para gerenciar o agronegócio, relacionando soluções de agricultura de precisão (sensores, inteligência artificial, robôs, drones) com Smart Farming, que utiliza ferramentas como software de gestão, análises e sistema em nuvem, na busca pelo desenvolvimento de processos e técnicas agrícolas.

Na agricultura de precisão, a previsão meteorológica em tempo real ajuda os agricultores nas decisões diárias sobre quando e quanto irrigar, fertilizar e aplicar pesticidas nas suas culturas.

Além disso, a agricultura com ambiente controlado promete reduzir ainda mais o impacto climático. Estufas inteligentes são completamente automatizadas, geridas por algoritmos que garantem condições ideais para o crescimento das plantas, ajustando fatores como ventilação, iluminação artificial e aquecimento.

O perfil de risco das alterações climáticas na indústria alimentar e no agronegócio é complexo. O setor é altamente vulnerável aos efeitos das alterações climáticas, mas, com a automação, estará bem posicionado para mitigar esses riscos e se beneficiar das oportunidades de transição para um futuro mais sustentável.

A verdade é que os desafios urgentes exigem nada menos do que ações imediatas para explorar as possibilidades e implementar soluções. Precisamos de um modelo de agronegócio sustentável, eficiente e capaz de atender as demandas alimentares de todo o mundo. E a tecnologia e automação fazem parte desse caminho.

 

  • 01/03/2024

Como a Manufatura Inteligente está transformando o setor industrial

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Como a Manufatura Inteligente está transformando o setor industrial

por Alexandre Serain, coordenador de vendas da Mitsubishi Electric Brasil.

Barueri (SP) – A Manufatura Inteligente, que suporta a Quarta Revolução Industrial, oferece a chave para desbloquear a produtividade no setor, incorporando sensores que possibilitam a coleta e análise de dados.

Ao integrar tecnologias avançadas como Inteligência Artificial (IA), 5G, Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial das Coisas (IIoT), análise de dados e computação em nuvem no ambiente de produção, entre outras, o sistema de Manufatura Inteligente permite monitorar processos em toda a fábrica, otimizando as linhas de produção com insights em tempo real e visibilidade de ponta a ponta.

Existem inúmeros benefícios associados à Manufatura Inteligente, fundamentais em um momento em que as empresas estão competindo em inovação, precisam reduzir o tempo de resposta às mudanças nos mercados, diminuir os custos e aumentar a produtividade.

Segundo a consultoria McKinsey, se implementadas com sucesso, essas soluções entregam retornos mensuráveis. Em diversos setores da economia, segundo os analistas, é possível registrar reduções de 30% a 50% no tempo de inatividade das máquinas, de 15% a 30% com ganhos de produtividade e 85% de possibilidade de tomar decisões mais assertivas, com a entrega de dados confiáveis.

O mercado de soluções e sistemas que impulsionam a Manufatura Inteligente tem a previsão de movimentar mais de 226 bi de dólares até 2030, atendendo a necessidade de otimizar recursos, reduzir custos e aumentar a eficiência energética nas operações industriais. Pesquisa da SNS Insider também aponta que a crescente adoção da robotização, sistemas de IIoT e IA contribuem para a implementação das “Smart Factories”, transformando globalmente o setor industrial.

Aproveitando as tecnologias digitais

Enquanto mais desafios vão fazendo parte do dia a dia dos negócios, cresce a importância de aproveitar as tecnologias digitais – tanto dentro como fora das paredes das fábricas. A jornada da transformação da indústria em direção ao conceito 4.0 e da Manufatura Inteligente é um caminho sem volta.

Estudo recente da consultoria Deloitte indica que 83% dos líderes de negócio do setor industrial acreditam que essas soluções transformarão, em cinco anos, a forma como os produtos são fabricados. Esse novo modelo conecta o design do produto, a análise de dados, o processo de fabricação, o sistema de estoques e cadeia de suprimentos, a logística de entrega e os clientes finais, acrescentando valor às operações.

E todos os atores envolvidos no setor industrial concordam em um ponto: a Manufatura Inteligente é uma mudança de paradigma, e oferece diversas possibilidades e oportunidades para aumentar a eficiência da produção, contar com maior flexibilidade na linha de produção, conquistar a eficiência energética, ter maior capacidade de inovação, obter informações precisas e em tempo real para uma melhor tomada de decisão, entre inúmeras outras transformações.

Com tudo isso, é mais do que certo de que essa é uma jornada extremamente necessária, e o ROI da implementação das tecnologias da Manufatura Inteligente deverá ser auferido rapidamente. É mais do que hora de seguir em frente.

 

  • 26/02/2024

Automação no agronegócio é sinônimo de eficiência e sustentabilidade

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Automação no agronegócio é sinônimo de eficiência e sustentabilidade

por Renato Bedendi, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – O agronegócio é uma das indústrias mais avançadas quando se trata de implantar tecnologia de automação no mundo real. Com enormes extensões de terra, ocupadas por apenas um punhado de trabalhadores, o uso de ferramentas tecnológicas faz todo o sentido financeiramente.

Diante do crescimento populacional e da crescente demanda por alimentos, robôs e maquinários autônomos estão otimizando o trabalho no campo. Com uma população global de 7,5 bilhões de pessoas, que deve atingir 9,7 bilhões até 2050, a indústria agrícola precisa se modernizar não apenas para fornecer sustento em tal escala, mas também para fazê-lo economicamente.

A automação nas fases iniciais da cadeia de abastecimento alimentar pode apoiar ganhos de produtividade sustentáveis e inclusivos nos sistemas agroalimentares e contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo o relatório da FAO sobre o Estado da Alimentação e Agricultura 2022.

Mais produtividade e resiliência – O relatório afirma que a automação agrícola, incluindo o uso de tratores ou Inteligência Artificial, pode aumentar a produtividade e a resiliência, aprimorar a qualidade do produto e a eficiência dos recursos, contornar o problema da escassez de mão de obra, melhorar a sustentabilidade ambiental e facilitar a adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

A automação também é utilizada em grandes sistemas de irrigação trazendo os benefícios de redução de consumo pois direciona a quantidade exata de água demandada por cada tipo de cultura permitindo também que este processo ocorra em qualquer terreno.

A capacidade de máquinas agrícolas não tripuladas de otimizar os rendimentos levou ao surgimento da indústria agro tecnológica. Um relatório de analistas de mercado e consultores Tractica informa que as remessas globais de robôs projetados para uso agrário devem aumentar para um valor de US$ 87,9 bilhões até 2025.

Juntamente com outros investimentos tecnológicos em IoT, análise preditiva, sistemas de irrigação inteligentes e muito mais, os agricultores agora podem investir em uma variedade de maquinários capazes de planejar, arar, plantar, pulverizar e realizar colheitas 24 horas por dia, sem controle humano direto.

As máquinas também podem executar tarefas com mais eficiência, e não apenas contribuir para o trabalho humano. No caso da remoção de ervas daninhas, por exemplo, um direcionamento mais preciso dos produtos químicos pode reduzir os custos anuais em 80%, com vantagens também para o meio ambiente. Afinal, a agricultura é responsável por cerca de 23% das emissões de gases de efeito estufa causadas pelo homem e usa até 92% da água doce do mundo, de acordo com um relatório do WWF (World Wildlife Fund).

As fazendas estão se tornando mais eficientes graças a tecnologias automatizadas como robótica e GPS, permitindo que maior volume de alimentos sejam produzidos com custos e mão de obra reduzidos sem precedentes.

Toda a eficiência obtida no campo através da automação deve também ser convertida em produtividade dentro da indústria que processa e embala essa quantidade de alimentos. A automação industrial proporciona a possibilidade de reduções de perdas materiais e aumento da eficiência permitindo aumento da produtividade com gastos energéticos menores.

AE mesmo que o suprimento total de alimentos na Terra permaneça relativamente limitado, o crescimento da agricultura automatizada indica um avanço no futuro da produção de alimentos e, consequentemente, em uma sociedade mais justa.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 13/02/2024

Sustentabilidade na prática de negócios da Indústria 4.0

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Sustentabilidade na prática de negócios da Indústria 4.0

Roberto Marques, gerente geral da divisão CNC  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – A Indústria 4.0 precisa de novas práticas de negócios, que foquem em seus impactos positivos e na sustentabilidade.

A sustentabilidade corporativa deixou de ser apenas uma opção estratégica para se tornar um imperativo empresarial crítico para a sobrevivência futura.

A transformação “verde” dos negócios envolve o posicionamento estratégico da organização na realidade econômica, contabilizando as oportunidades e ameaças econômicas, ambientais e sociais.

A introdução de abordagens sustentáveis na gestão empresarial traz benefícios relevantes, como a identificação de áreas que gerem valor de longo prazo, relacionamentos construtivos com stakeholders internos e externos, mitigação de riscos socioambientais, atração de investimentos e construção de reputação de marca.

Práticas sustentáveis

A Indústria 4.0 precisa de novas práticas de negócios, que foquem em seus impactos positivos e na sustentabilidade.

Essa nova manufatura incorpora práticas “verdes” em todos os níveis de produção – produto, processo e sistema.

E agora inclui mais R’s, como reduzir, reutilizar, recuperar, reciclar, redesenhar, reaproveitar, remanufaturar e reformar.

No que diz respeito à prática de negócios da Indústria 4.0, a eficiência energética, melhor uso de recursos, o controle de resíduos e a melhoria na entrega são importantes para a sustentabilidade econômica e ambiental.

Em relação à dimensão social da Indústria 4.0, vários benefícios para os funcionários podem ser listados, incluindo o aprimoramento do aprendizado humano por meio de sistemas inteligentes de assistência ou interfaces homem-máquina.

Além disso, adotar dispositivos inteligentes e robôs em estações de trabalho ergonomicamente desfavoráveis, que exigem maior esforço físico, pode proporcionar uma melhoria significativa na saúde dos funcionários.

Novos modelos de negócio

Segundo analistas da Deloitte, a mudança disruptiva não precisa ocorrer baseada apenas nos modelos empresariais existentes.

Com as tecnologias da Indústria 4.0, as organizações podem otimizar os processos atuais, bem como desenvolver novas estratégias com foco na inovação e na sustentabilidade, enfatizando processos verdes e enxutos, que são ecologicamente corretos.

Esse novo modelo na prática de negócios baseia-se no uso e reutilização eficazes de recursos em todo o ciclo de vida do produto, desde materiais e processos até equipamentos e habilidades.

A manufatura sustentável produz bens usando procedimentos economicamente viáveis que reduzem as consequências ambientais negativas, preservando a energia e os recursos naturais.

Gestão verde

Devido à nossa realidade econômica, o brasileiro sempre tentou consertar antes de pensar em comprar um equipamento novo, porém devemos ver cada vez mais as empresas promovendo a “reparabilidade” dos seus equipamentos com mais disponibilidade de peças sobressalentes e serviços.

Trazendo tudo isso à realidade financeira das empresas, devemos ver um aumento do foco nos departamentos de pós-vendas que devem teoricamente compensar as perdas de receitas com a venda de produtos novos através do aumento de reparos dos produtos, e também nos departamentos de R&D que devem projetar produtos mais resistentes a quebras e mais reparáveis.

Essa nova forma de gestão está ganhando força na manufatura, e as organizações que se envolvem em atividades ecologicamente corretas ou verdes estão se tornando mais eficientes, cortando gastos, distinguindo-se da concorrência e posicionando-se para ficar à frente da regulamentação.

Esse é o caminho para uma Indústria 4.0 que realmente gera valor no longo prazo.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 30/01/2024

Automação no agronegócio é sinônimo de eficiência e sustentabilidade

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Automação no agronegócio é sinônimo de eficiência e sustentabilidade

por Renato Bedendi, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – O agronegócio é uma das indústrias mais avançadas quando se trata de implantar tecnologia de automação no mundo real. Com enormes extensões de terra, ocupadas por apenas um punhado de trabalhadores, o uso de ferramentas tecnológicas faz todo o sentido financeiramente.

Diante do crescimento populacional e da crescente demanda por alimentos, robôs e maquinários autônomos estão otimizando o trabalho no campo. Com uma população global de 7,5 bilhões de pessoas, que deve atingir 9,7 bilhões até 2050, a indústria agrícola precisa se modernizar não apenas para fornecer sustento em tal escala, mas também para fazê-lo economicamente.

A automação nas fases iniciais da cadeia de abastecimento alimentar pode apoiar ganhos de produtividade sustentáveis e inclusivos nos sistemas agroalimentares e contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo o relatório da FAO sobre o Estado da Alimentação e Agricultura 2022.

Mais produtividade e resiliência – O relatório afirma que a automação agrícola, incluindo o uso de tratores ou Inteligência Artificial, pode aumentar a produtividade e a resiliência, aprimorar a qualidade do produto e a eficiência dos recursos, contornar o problema da escassez de mão de obra, melhorar a sustentabilidade ambiental e facilitar a adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

A automação também é utilizada em grandes sistemas de irrigação trazendo os benefícios de redução de consumo pois direciona a quantidade exata de água demandada por cada tipo de cultura permitindo também que este processo ocorra em qualquer terreno.

A capacidade de máquinas agrícolas não tripuladas de otimizar os rendimentos levou ao surgimento da indústria agro tecnológica. Um relatório de analistas de mercado e consultores Tractica informa que as remessas globais de robôs projetados para uso agrário devem aumentar para um valor de US$ 87,9 bilhões até 2025.

Juntamente com outros investimentos tecnológicos em IoT, análise preditiva, sistemas de irrigação inteligentes e muito mais, os agricultores agora podem investir em uma variedade de maquinários capazes de planejar, arar, plantar, pulverizar e realizar colheitas 24 horas por dia, sem controle humano direto.

As máquinas também podem executar tarefas com mais eficiência, e não apenas contribuir para o trabalho humano. No caso da remoção de ervas daninhas, por exemplo, um direcionamento mais preciso dos produtos químicos pode reduzir os custos anuais em 80%, com vantagens também para o meio ambiente. Afinal, a agricultura é responsável por cerca de 23% das emissões de gases de efeito estufa causadas pelo homem e usa até 92% da água doce do mundo, de acordo com um relatório do WWF (World Wildlife Fund).

As fazendas estão se tornando mais eficientes graças a tecnologias automatizadas como robótica e GPS, permitindo que maior volume de alimentos sejam produzidos com custos e mão de obra reduzidos sem precedentes.

Toda a eficiência obtida no campo através da automação deve também ser convertida em produtividade dentro da indústria que processa e embala essa quantidade de alimentos. A automação industrial proporciona a possibilidade de reduções de perdas materiais e aumento da eficiência permitindo aumento da produtividade com gastos energéticos menores.

AE mesmo que o suprimento total de alimentos na Terra permaneça relativamente limitado, o crescimento da agricultura automatizada indica um avanço no futuro da produção de alimentos e, consequentemente, em uma sociedade mais justa.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 26/01/2024

A tendência das redes industriais e o mercado da automação

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A tendência das redes industriais e o mercado da automação

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Atualmente, a base instalada de tecnologias de rede para automação industrial é dominada por protocolos de Ethernet Industriais, que estão sendo rapidamente impulsionados por uma tecnologia mais recente, a rede TSN – Time-Sensitive Networking. A rede TSN, compatível com protocolos antigos, é um conjunto de padrões que permite comunicação determinística e de baixa latência em redes Ethernet para automação industrial.

A adoção da arquitetura TSN, uma extensão da Ethernet definida pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), aplicada em redes de automação industrial reverte em altos benefícios financeiros e operacionais, oferecendo o potencial de um nível sem precedentes de desempenho padronizado e determinístico nas linhas de automação industrial, além das vantagens comerciais da convergência de vários tipos de rede que separavam os processos de TO/TI (Tecnologia da Operação e Tecnologia da Informação).

A importância das redes determinísticas

Redes determinísticas, como a TSN, estão no centro de fábricas inteligentes e conectadas, e oferecem a capacidade de determinar com precisão o tempo necessário para transferência de informações entre diversos pontos, controlando e priorizando os fluxos de dados em redes Ethernet, impulsionando as aplicações críticas em tempo real.

Entre as principais tendências nas linhas de produção de diversos setores está a adoção de Inteligência Artificial e de estratégias de Manutenção Preditiva para garantir alta produtividade e qualidade. Essa transformação requer comunicação de alta velocidade e controle determinístico de grandes volumes de dados dos sistemas de TI.

A comunicação inovadora proporcionada pelas redes TSN aumenta a eficiência dos processos e a produtividade, com redes inteligentes que suportam comunicações industriais, com fácil configuração dos dispositivos. Além disso, suporta diagnóstico de softwares de terceiros, permitindo a solução de problemas de dispositivos de rede.

O uso de redes TSN em aplicações de automação industrial certamente beneficiará os usuários finais em diversos setores, oferecendo a capacidade de mesclar diferentes tipos de tráfego de dados, levando a ambientes mais flexíveis e colaborativos. Ao mesmo tempo, isso simplifica arquiteturas de rede, tornando-as mais econômicas, e promove sistemas integrados de hardware e software.

Reconhecida por representar o futuro da Ethernet Industrial, pois estabelece os princípios para fábricas inteligentes e conectadas orientadas por dados, a rede TSN é mais do que uma simples solução ao nível de produto, é uma tecnologia que oferece uma solução sistêmica para apoiar o determinismo, a convergência e a transparência dos processos. Esses recursos inovadores são a razão pela qual a adoção do TSN faz parte dos mais inovadores projetos de automação industrial.

Os dados do mercado comprovam essa adesão. Segundo estudo da Global Market Insights, o volume de venda da tecnologia TSN ultrapassou US$ 200 milhões em 2019 e deverá ter uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de mais de 30% entre 2020 e 2026, elevando o tamanho do mercado para mais de US$ 1 bilhão até o final desse período. É uma tendência que a cada dia se consolida como o novo normal.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

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