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  • 25/07/2023

Vale a pena investir em edifícios inteligentes?

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Vale a pena investir em edifícios inteligentes?

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – A tecnologia está cada vez mais presente em nossa vida, aprimorando serviços e promovendo eficiência no uso de recursos.

Porém, é fato que a atividade humana tem causado danos significativos ao meio ambiente, tornando necessário o uso de alternativas sustentáveis. Nesse sentido, edifícios inteligentes têm se destacado como opção para moradia e trabalho em muitas cidades.

O setor de construção civil tem evoluído para atender a essa demanda, buscando desenvolver edifícios altamente tecnológicos que permitem a gestão integrada e automatizada de praticamente todas as funcionalidades.

Esses projetos contam com sistemas e instalações que integram novas tecnologias para controle e automação de climatização, iluminação, segurança, telecomunicações, acessos, entretenimento e outros recursos.

Com sistemas automatizados e interligados, é possível aumentar a eficiência energética, segurança, usabilidade e acessibilidade, aproveitando melhor os recursos disponíveis, contribuindo para a redução do consumo de energia e das emissões de gases de efeito estufa.

Esses edificações são conhecidos como edifícios inteligentes ou smart buildings, tanto em novas construções como em projetos de retrofitting.

Economia de energia

Os edifícios inteligentes garantem economia máxima de energia, graças aos seus sistemas integrados que monitoram constantemente umidade, temperatura, iluminação e movimento, permitindo a otimização dos recursos energéticos disponíveis.

Em média, esse novo conceito de construção pode gerar uma economia de até 70% em energia, quando comparado a instalações tradicionais.

As novas instalações são equipadas com tecnologias sustentáveis, como painéis solares nas fachadas e coberturas, e sistemas capazes de identificar quais espaços do edifício estão ocupados para realizar ajustes na iluminação e climatização de forma inteligente e eficiente.

Essas soluções ajudam a reduzir ainda mais o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que proporcionam redução no consumo de energia e economia financeira para os proprietários e usuários do edifício.

Maior valor de mercado

A incorporação de tecnologias de construção inteligente tem influenciado diretamente no valor dos imóveis.

Os compradores têm mostrado uma disposição cada vez maior em pagar preços mais elevados por edifícios que dispõem de sistemas de automação predial, pois reconhecem os benefícios e vantagens que essas soluções tecnológicas proporcionam.

O retrofitting de edifícios tradicionais para a categoria de edifícios inteligentes também aumenta significativamente seu valor de mercado ao incorporarem soluções altamente valorizadas por inquilinos e empresas, que contribuem para a redução dos custos de manutenção e operação do edifício, além de proporcionarem um ambiente de trabalho mais confortável e seguro.

Setor em crescimento no Brasil

Portanto, esse é um mercado com grandes perspectivas de crescimento, com alta lucratividade para quem investir em edificações inteligentes.

A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um dos requisitos que garantem a eficiência energética e ambiental em edifícios inteligentes.

No Brasil, o setor está em constante expansão e ocupa a 4ª posição no ranking de edifícios inteligentes certificados, resultando em uma valorização de 4% a 8% por metro quadrado.

A consultoria Variant Market Research estima que esse mercado apresentará uma taxa de crescimento anual de 35% até 2025, com uma movimentação financeira superior a US$ 82 bilhões.

Investir em edificações inteligentes e sustentáveis é uma oportunidade promissora e altamente lucrativa que precisa estar no radar de muitas empresas.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 02/06/2023

Vale a pena investir em edifícios inteligentes?

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Vale a pena investir em edifícios inteligentes?

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – A tecnologia está cada vez mais presente em nossa vida, aprimorando serviços e promovendo eficiência no uso de recursos.

Porém, é fato que a atividade humana tem causado danos significativos ao meio ambiente, tornando necessário o uso de alternativas sustentáveis. Nesse sentido, edifícios inteligentes têm se destacado como opção para moradia e trabalho em muitas cidades.

O setor de construção civil tem evoluído para atender a essa demanda, buscando desenvolver edifícios altamente tecnológicos que permitem a gestão integrada e automatizada de praticamente todas as funcionalidades.

Esses projetos contam com sistemas e instalações que integram novas tecnologias para controle e automação de climatização, iluminação, segurança, telecomunicações, acessos, entretenimento e outros recursos.

Com sistemas automatizados e interligados, é possível aumentar a eficiência energética, segurança, usabilidade e acessibilidade, aproveitando melhor os recursos disponíveis, contribuindo para a redução do consumo de energia e das emissões de gases de efeito estufa.

Esses edificações são conhecidos como edifícios inteligentes ou smart buildings, tanto em novas construções como em projetos de retrofitting.

Economia de energia

Os edifícios inteligentes garantem economia máxima de energia, graças aos seus sistemas integrados que monitoram constantemente umidade, temperatura, iluminação e movimento, permitindo a otimização dos recursos energéticos disponíveis.

Em média, esse novo conceito de construção pode gerar uma economia de até 70% em energia, quando comparado a instalações tradicionais.

As novas instalações são equipadas com tecnologias sustentáveis, como painéis solares nas fachadas e coberturas, e sistemas capazes de identificar quais espaços do edifício estão ocupados para realizar ajustes na iluminação e climatização de forma inteligente e eficiente.

Essas soluções ajudam a reduzir ainda mais o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que proporcionam redução no consumo de energia e economia financeira para os proprietários e usuários do edifício.

Maior valor de mercado

A incorporação de tecnologias de construção inteligente tem influenciado diretamente no valor dos imóveis.

Os compradores têm mostrado uma disposição cada vez maior em pagar preços mais elevados por edifícios que dispõem de sistemas de automação predial, pois reconhecem os benefícios e vantagens que essas soluções tecnológicas proporcionam.

O retrofitting de edifícios tradicionais para a categoria de edifícios inteligentes também aumenta significativamente seu valor de mercado ao incorporarem soluções altamente valorizadas por inquilinos e empresas, que contribuem para a redução dos custos de manutenção e operação do edifício, além de proporcionarem um ambiente de trabalho mais confortável e seguro.

Setor em crescimento no Brasil

Portanto, esse é um mercado com grandes perspectivas de crescimento, com alta lucratividade para quem investir em edificações inteligentes.

A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um dos requisitos que garantem a eficiência energética e ambiental em edifícios inteligentes.

No Brasil, o setor está em constante expansão e ocupa a 4ª posição no ranking de edifícios inteligentes certificados, resultando em uma valorização de 4% a 8% por metro quadrado.

A consultoria Variant Market Research estima que esse mercado apresentará uma taxa de crescimento anual de 35% até 2025, com uma movimentação financeira superior a US$ 82 bilhões.

Investir em edificações inteligentes e sustentáveis é uma oportunidade promissora e altamente lucrativa que precisa estar no radar de muitas empresas.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 22/05/2023

Automação em aplicações de saneamento

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Automação em aplicações de saneamento

por Renato Bedendi, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – O Brasil, segundo o estudo “Panorama do Saneamento Básico 2021”, elaborado pela Secretaria Nacional de Saneamento, ainda enfrenta grandes desafios para levar esse serviço básico a toda a sua população. Com cerca de 362,4 mil quilômetros, a rede pública de coleta de esgoto atende por volta de 39 milhões de residências, o que corresponde a 55,0% da população total e 63,2% da população urbana. Isso significa que pouco mais da metade da população brasileira é atendida com rede coletora de esgotos.

Quando se avalia o abastecimento de água, o índice é mais alto, e o sistema atende a cerca de 175,5 milhões de pessoas, ou 84,2% da população total residente. Mas essa distribuição é extremamente desigual, por conta das diferentes condições socioeconômicas: as macrorregiões Norte e Nordeste contam com 58,9% e 74,9% de atendimento, respectivamente, enquanto nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste os índices são de 90,9%, 91,0% e 91,3%, respectivamente.

Além disso, os prestadores de serviço enfrentam um grande desafio: o alto Índice de Perdas de Faturamento – o quanto do volume de água disponibilizado não é faturado pelo prestador, em percentual – que no Brasil atinge uma média de 37,5%.

E, em um cenário econômico global instável, como será possível obedecer ao novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado em 2020, que tem como meta a universalização do serviço até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% ao tratamento e coleta de esgoto? Como será possível levar mais saúde para toda a população?

Com a participação da iniciativa privada, prevista no Marco Legal, e inovadoras tecnologias, essa meta poderá ser alcançada.

Serviço requer alto investimento em infraestrutura

ACom o alinhamento de toda a cadeia, incluindo empresas de engenharia, fornecedores de máquinas, equipamentos e de soluções, será possível criar um ecossistema que identifique as melhores soluções para cada área do Brasil, com geografias e demandas diferentes.

Uma política de saneamento eficiente não é feita somente com obras, é feita com inteligência, de forma a minimizar os custos com a infraestrutura, que são altos, e ao mesmo tempo otimizar a eficiência operacional.

Conectividade, automação, telemetria e eficiência energética são tecnologias que oferecem confiabilidade aos processos em todas as aplicações de saneamento, maior disponibilidade do sistema, melhor gestão da qualidade, eficiência energética e controle da distribuição, entre outros benefícios.

Além disso, com sistemas de automação que garantam visibilidade e monitoram as operações, é possível implementar melhores estratégias de manutenção dos equipamentos, prolongando sua vida útil e mais transparência aos processos.

Outro ponto essencial para o saneamento é operar com o menor custo energético possível, pois energia elétrica é atualmente a segunda maior despesa na operação. As tecnologias para aumentar a eficiência energética proporcionam no final um custo operacional menor para as empresas do segmento.

E, claro, reduzir o Índice de Perdas de Faturamento, já que o sistema automatizado avalia a performance e entrega do serviço em tempo real, e qualquer alteração pode gerar um alarme e acionar ações de manutenção ou de vistorias.

Ao reduzir o custo das operações, sistemas de automação são alternativas acessíveis para impulsionar as metas do Marco Legal de Saneamento e gerar mais eficiência energética, melhoria de eficiência operacional e confiabilidade de processos, fundamentais para acelerar a entrega do serviço em todo o Brasil.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 16/04/2023

A automação industrial e a nova cultura da eficiência energética

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A automação industrial e a nova cultura da eficiência energética

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Os temas eficiência energética e emissão de CO2 nunca estiveram tão em alta. Historicamente, os custos de energia nas instalações industriais eram considerados fixos e difíceis de controlar. Esta linha de pensamento não é mais válida no mercado de hoje. O aumento dos custos de energia, bem como o crescente investimento em ações voltadas para práticas de ESG (Environmental, Social and Governance) e consequente redução de emissões de gases de efeito estufa, resultaram em maior atenção ao uso de energia por parte do setor industrial. Mais empresas estão buscando projetos de eficiência energética, adotando soluções de automação e estratégias de gestão para otimizar não somente os custos, mas para diminuir o impacto ambiental.

Segundo dados do Anuário Estatístico de Energia Elétrica de 2022, divulgado pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), os 10 setores que mais consomem energia elétrica no Brasil são, por ordem de gasto, o Metalúrgico; Produtos Alimentícios; Químico; Produtos Minerais não Metálicos; Extração de Minerais Metálicos; Borracha e Material Plástico; Papel e Celulose; Têxtil, Automotivo e Produtos Metálicos (exceto máquinas e equipamentos). No total, o segmento é responsável por 33,8% do consumo energético no País.

O Brasil está inserido no movimento global de construção de uma sociedade mais justa e sustentável, participando de diversas iniciativas, e é um dos membros do Energy Efficiency Hub, plataforma global de colaboração que reúne 16 países, com apoio da Agência Internacional de Energia, que busca soluções voltadas para garantir a eficiência energética que promovam benefícios ambientais, sociais e econômicos.

Estudos do Hub sobre eficiência energética em instalações residenciais apontam que edifícios representam 35% do consumo global de energia e 37% das emissões de CO2. Segundo os analistas, a implementação de sistemas digitais tem custo mais baixo e apresenta retorno mais rápido do que a renovação física do local em relação ao consumo de energia. No Brasil, a EPE indica que as edificações (residencial, comercial e pública) consomem 51% da eletricidade do País.

Como a automação industrial otimiza a medição, gerenciamento e economia de energia

Soluções e sistemas de automação industrial, com aplicações diversas, no setor, vão ao encontro da necessidade de maior produtividade e eficiência, que leva as organizações a implementar uma maior interação entre o chão de fábrica e toda a empresa, com alto potencial para automação e soluções digitalizadas em aplicações industriais.

A importância de estratégias de eficiência energética só vai aumentar com o tempo. Por isso, é preciso contar com soluções de automação capazes de atender tanto o setor industrial quanto o comercial já que, em um cenário altamente competitivo em todos os segmentos, a redução de consumo de energia pode ser vital para manter a viabilidade e sustentabilidade financeira do negócio.

Certamente a chegada da Indústria 4.0 trouxe produtos que ajudam a tornar nossas vidas mais confortáveis, produtivas e fáceis. No entanto, um dos pontos negativos dessa grande oferta, trazidas pela revolução industrial e que gera uma grande preocupação hoje com o impacto ambiental, é o esgotamento do meio ambiente. Uma ação importante para minimizar esse problema é o uso responsável de nossos recursos energéticos. E uma das maneiras mais eficazes de fazer isso é por meio de sistemas e soluções inovadores que garantam maior eficiência e gestão energética nas instalações industriais, comerciais e residenciais.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 13/03/2023

Inteligência Artificial leva setor industrial a um novo patamar

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Inteligência Artificial leva setor industrial a um novo patamar

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Acreditamos que em um futuro próximo, teremos fábricas totalmente inteligentes que integrarão os mundos físico e virtual, onde a cadeia de suprimentos e os processos industriais serão otimizados automaticamente, tornando-se autoconfiguráveis pelo uso de Inteligência Artificial, realizando tarefas com base em fluxos de trabalho complexos.

Segundo estudo da FutureBridge Analysis, a base instalada de máquinas com capacidade de Inteligência Artificial no setor de manufatura industrial deve chegar a 16 milhões de unidades até 2024. Essa base será o alicerce da produção inteligente, princípio caracterizado pela automação industrial através de máquinas e componentes inteligentes, como elementos básicos dos sistemas de aquisição e controle de dados. Estes permitem transformar valores quantitativos ou qualitativos, como grandezas físicas (temperatura, posição, pressão etc.) em dados que serão transformados em informação, fornecendo insights inteligentes.

Em uma linha de produção com IA, sensores permitem que os robôs interajam e se adaptem por meio de aprendizado de máquina (Machine Learning) a diferentes necessidades, de forma a melhorar seu desempenho, atendendo a requisitos de mercado ou modificações baseadas nas demandas do cliente.

Momento de transformação

Relatório da consultoria Deloitte – “State of IA on the Enterprise” – aponta que 74% das empresas ainda estão no estágio de experimentação de soluções de IA com foco na modernização, com programas piloto isolados e provas de conceito, mas sem uma visão clara de como todas as peças se encaixam. Por outro lado, apenas 26% das empresas estão focadas em implementar projetos de alto impacto em escala, que é um dos principais pontos onde a IA pode criar valor real.

Mas mesmo testes isolados têm apresentado resultados impressionantes, como o desenvolvimento de uma solução de correção de erros para máquinas de corte CNC. A Inteligência Artificial estima os erros induzidos pelas forças de usinagem durante as constantes mudanças, ou a diferença entre a posição atual da máquina de corte e o valor e comando, permitindo uma automática correção mesmo durante a usinagem dinâmica.

Além disso, os níveis de confiabilidade das inferências de erro da IA são indexadas para garantir que a correção de erros seja realizada apenas se o nível de confiança for considerado adequadamente alto. Os testes confirmaram que a precisão da usinagem é otimizada em 51% em comparação com o uso de correção de erros não suportada por IA.

Parcerias reduzem tempo de adoção

Acreditamos que no Brasil a adoção da Inteligência Artificial será um processo mais demorado, por conta do alto investimento e das barreiras iniciais que algumas empresas ainda imaginam existir. Mas diversas tecnologias e soluções já estão sendo adotadas e entregando ótimos resultados na melhoria de processos, eficiência energética e na assertividade da tomada de decisões por meio de análises mais proativas, preditivas e capazes de ver padrões em fontes cada vez mais complexas em diversas indústrias, muitas vezes com a parceria de startups e do meio acadêmico.

Temos um longo caminho pela frente, mas, ao final, o poder da Inteligência Artificial e a entrega de capacidade preditiva que, inclusive, será amplamente aproveitada em estratégias de manutenção, certamente serão grandes impulsionadores da produtividade e eficiência em todos os setores industriais.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 13/01/2023

IA: o futuro da automação industrial está apenas começando

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IA: o futuro da automação industrial está apenas começando

por Pedro Okuhara, Especialista de Produto  da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – A Indústria 4.0 trouxe inovações significativas, mas a próxima onda dessa revolução já começou no Japão e é chamada de Sociedade 5.0, que será impulsionada por três princípios fundamentais: sustentabilidade, abertura e inclusão.

Um cenário no qual humanos e máquinas trabalhem juntos de forma inteligente para serem mais eficientes, de forma sustentável e produtiva, é o futuro do trabalho de forma conectada. A melhor maneira de começar a implementar uma mentalidade voltada para Indústria 4.0 e se preparando para Sociedade 5.0 é adotando sistemas de automação impulsionadas pela Inteligência Artificial de forma digital e online.

Aplicações de Inteligência Artificial causam um profundo impacto na manufatura. Os dados armazenados de funcionamento e manutenção são transformados em informações com base estatísticas e com análise preditiva em tempo real. A cadeia de suprimentos integrada à manufatura é otimizada, melhorando o tempo da operação, aumentando a produtividade e reduzindo os tempos de parada.

Possibilidades infinitas

Tecnologias como a aprendizagem de máquina, têm levado benefícios significativos para a indústria, como principais exemplos estão a redução de custos, o aumento de produção, e a melhoria de processos com base estatística gerada pelo Big Data.

A adoção de sistemas de IA permitem que equipamentos coletem e analisem dados, reconheçam padrões, aprendam e se adaptem a novas tarefas ou ambientes.

Essas novas aplicações colaboraram para o surgimento de um novo cenário na automação industrial, reunindo inovadoras soluções e sistemas, IoT (Internet das Coisas), Big Data, computação na nuvem e diversas outras tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.

A chegada da AIoT

Do ponto de vista dos negócios, a Inteligência Artificial (AI) e a Internet das Coisas (IoT) – pilares fundamentais das tecnologias da Indústria 4.0 – se uniram e prometem levar o setor industrial para o futuro da automação industrial.

Já estamos falando de um novo cenário da AIoT (Inteligência Artificial das Coisas), destacando que essa arquitetura será mais proativa, levando a evolução da automação industrial a outro patamar, com benefícios tangíveis em inovações e tecnologias.

Com a crescente oferta de soluções e produtos acessíveis com IA, a indústria já passa a considerar em diversas aplicações para auxiliar no dia a dia. As vantagens da adoção da Inteligência Artificial no ecossistema industrial são enormes, desde soluções simples para ajudar na identificação de falhas, até mesmo para corrigir um processo automaticamente gerando menos falhas e aumentando sua repetibilidade.

O futuro já chegou e certamente algumas dessas tecnologias ainda não atingiram a sua maturidade, porém já é o momento de começar os estudos e entender onde é possível utilizá-la na sua indústria para evitar que sua empresa tenha desvantagem competitiva. As indústrias já estão agindo e começando com aplicações menores, seja um produto que já possui IA integrado, ou até mesmo soluções mais complexas com robótico e machine learning – o importante é começar. Alinhe sua estratégia de inovação com os objetivos do seu negócio e valores de sua empresa, e cria um cronograma para início de implementação das tecnologias da indústria 4.0 para não ficar para trás.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 13/12/2022

Saiba como aumentar a confiabilidade de seus motores elétricos

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Saiba como aumentar a confiabilidade de seus motores elétricos

por Bruno Iório, Especialista de Produto da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Nas últimas décadas a tecnologia tem avançado a um ritmo acelerado. Inovações impulsionam economias, indústrias e transformam as nossas vidas. Os motores elétricos também seguem essa tendência acelerada e, desde a sua invenção, em 1832, transformam a cadeia produtiva, movimentando máquinas cada vez mais sofisticadas.

Acompanhando as tecnologias embarcadas nos novos equipamentos, sistemas de controle de acionamento de motores elétricos são utilizados na indústria, automação, transporte e em aparelhos eletrodomésticos. Essas aplicações incluem robôs, laminadores, fontes de energia renováveis, máquinas-ferramentas, sistemas de controle de edifícios inteligentes, entre outros.

Mas temos um desafio: sistemas acionados por motores elétricos no setor industrial são um dos maiores consumidores finais de energia elétrica em todo o mundo. Os custos de eletricidade representam mais de 90% do custo total da vida útil de propriedade desses equipamentos. Além disso, o setor industrial utiliza cerca de 40% de toda energia produzida no país.

Por isso, melhorar a sua eficiência e dos sistemas de acionamento desempenha um papel importante na redução dos custos de propriedade e na redução do aumento da demanda de eletricidade.

Então, surge uma dúvida: como reduzir custos de energia, e garantir ao mesmo tempo com mais eficiência e produtividade?

Como garantir mais produtividade e eficiência

Hoje, cada vez mais os motores são acionados por inversores de frequência para atingir os requisitos de confiabilidade em relação ao controle de torque e velocidade. Para aplicações onde é necessário o controle de posicionamento de alta precisão, utiliza-se servo acionamento.

Com essas soluções, o setor industrial se beneficia de maior eficiência, confiabilidade, maior desempenho e, claro, melhor eficiência energética nas linhas de produção.

Em comparação aos motores tradicionais, os elétricos apresentam várias vantagens. O custo inicial do segundo modelo é significativamente menor do que um movido a combustível fóssil com a mesma classificação de potência. E, com alta eficiência, o equipamento pode levar a reduções substanciais no uso de energia e economia significativa de custos.

Motores elétricos têm relativamente poucos componentes móveis, o que significa que eles têm uma vida útil mais longa. Normalmente, quando bem conservado, ele pode operar por até 30 mil horas sem grandes reparos, com uma estratégia de manutenção preventiva.

Na manufatura moderna, os motores elétricos industriais, aliados a sistemas de automação, otimizam as linhas de produção com muitas oportunidades de melhoria e, também, são um diferencial quando se analisa a competitividade de uma empresa.

Não existe a possibilidade da Indústria 4.0 existir sem o uso de motores elétricos. O ponto agora é como extrair o maior benefício do seu uso nas mais diversas aplicações. O acionamento dos motores elétricos define como ter uma maior eficiência e maior desempenho com o máximo de proteção. A utilização dos inversores de frequência proporciona um aumento de rendimento entre 10% e 60% com praticamente a eliminação dos riscos de danificar o motor elétrico. A utilização de inversores com a tecnologia de “energy saving” permite a operação do motor com a tensão elétrica necessária para garantir a rotação demandada pela aplicação, proporcionando assim o rendimento máximo.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 30/09/2022

Saiba como alinhar um edifício aos conceitos de automação e sustentabilidade

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Saiba como alinhar um edifício aos conceitos de automação e sustentabilidade

por Pedro Okuhara, da Mitsubishi Electric

Barueri (SP) – Como é o ambiente em que você trabalha ou mora? Você percebe que existe a preocupação com a economia de energia elétrica, água e outros recursos? E você se sente confortável? A Síndrome do Edifício Doente foi reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 1982, com alerta de que até 60% dos escritórios no mundo não se enquadram na categoria de arquitetura saudável, e têm problemas de umidade, acúmulo de sujeira e poeira, infiltrações e estanqueidade excessiva. Essas características remetem ao cenário brasileiro que possui uma grande quantidade de edificações consideradas antigas, com alto consumo de energia e utilidades, grande necessidade de reparos e reformas, com sistemas isolados e independentes (quando existentes), pouco ou quase nada sustentável, e o principal, com recursos insuficientes no quesito conforto aos usuários.

Por outro lado, vemos que o Brasil está no caminho certo e, segundo o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), entidade sem fins lucrativos presente em mais de 80 países, o Brasil atualmente é o quinto país com o maior número de projetos de edificações sustentáveis no ranking mundial. Com um grande potencial em novas construções e certificações de interiores, o Brasil vem se destacando pelo alto investimento em empreendimentos sustentáveis ou inteligentes, visando garantir melhor retorno financeiro, além de melhorar o impacto da sua marca.

Afinal, de acordo com o Conselho Internacional da Construção (CIB), mais de um terço dos recursos naturais extraídos no Brasil são direcionados para a indústria da construção e 50% da energia gerada abastecem a operação das edificações. O setor também é um dos que mais produzem resíduos sólidos, líquidos e gasosos, sendo responsável por mais de 50% dos entulhos, entre construções e demolições.

Então, como ter edificações eficientes e sustentáveis?

Edifícios inteligentes e com tecnologias de Automação Predial adotam soluções que são altamente eficientes, econômicas e sustentáveis. Essas soluções são compostas de controladores, medidores de energia e utilidades, inversores de frequência, sensores e atuadores, entre diversas outras, e são utilizadas para gerar valor, reduzir custos operacionais, o consumo de recursos naturais, além de manter ambientes adequados para o dia a dia.

Uma solução de Automação Predial, totalmente integrada, além de proporcionar maior eficiência operacional e energética, aumenta a disponibilidade dos equipamentos e reduz o custo ao longo da vida útil da edificação. Vale lembrar que os custos de construção do edifício, ou investimento inicial, são muito menores quando comparados a todo recurso que ele consumirá ao longo da sua vida útil, que gira em torno de 30 anos.

A Automação Predial existe há muitas décadas, mas há uma nova urgência devido a fatores como conservação de energia, bem como um novo olhar voltado para a sustentabilidade. IoT, computação em nuvem, análise de dados, deep learning, inteligência artificial e outras novas tecnologias que a Indústria 4.0 popularizou, permitem que os proprietários de edifícios meçam e conservem energia e outros recursos com facilidade. Essas tecnologias também ajudam a reduzir os gastos operacionais, atendem a regulamentações globais e regionais de sustentabilidade, facilitam o controle e acesso remoto e, principalmente, aumentam o conforto da ocupação.

O ideal é que essas tecnologias façam parte do projeto desde o seu início. Isso irá garantir o alinhamento entre todos os processos de construção, engenharia e a instalação dos equipamentos nos locais e momentos adequados, reduzindo a necessidade de obras futuras. Mas é importante lembrar que sempre é possível instalar algum tipo de automação em sua edificação, seja para sistemas menores ou maiores, com o objetivo de monitorar os sistemas elétricos, de telecomunicações, hidráulico, climatização, segurança, permitindo o comando e a supervisão de todo o conjunto a partir de uma única aplicação que normalmente é o BMS (Building Management System ou Sistema de Automação Predial).

O importante é ter a consciência de que novas tecnologias permitirão um futuro mais confortável e econômico para os gestores de edificações, porém é preciso buscar parceiros que entendam suas necessidades para sugerir as soluções que tenham o melhor custo-benefício.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 23/09/2022

Como a tecnologia 5G irá transformar a automação das linhas de produção

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Como a tecnologia 5G irá transformar a automação das linhas de produção

por Thiago Turcato, gerente de suporte técnico da Mitsubishi Electric.

Barueri (SP) – Um dos principais drivers da Indústria 4.0 e da automação das linhas de produção é a conectividade, que permite a comunicação, coleta, análise e
compartilhamento em tempo real dos dados enviados por sensores, que impulsionam ações inteligentes. Essa conectividade representa uma integração de IoT, analytics, manufatura aditiva, robótica, inteligência artificial, automação e realidade aumentada, entre outras tecnologias.

Analistas do Fórum Econômico Mundial ressaltam que, quando comparada com as revoluções industriais anteriores, a quarta está evoluindo a uma taxa exponencial e não linear. Além disso, impacta quase todos os setores em todos os países, com mudanças radicais em sistemas inteiros de produção, gestão e governança.

Com redes habilitadas para 5G, uma linha de produção poderá otimizar a conexão de dados em instalações conectadas e rastrear produtos de linha de montagem em tempo real, levando a uma maior eficiência na produção. A possibilidade de ter ainda mais dados confiáveis em tempo real sobre a produção permite tomar decisões estratégicas mais assertivas para o negócio.

Mas, para se beneficiar de tudo o que o 5G tem a oferecer, o setor industrial precisa de sistemas de automação e gerenciamento que permitirá que as organizações aproveitem ao máximo sua velocidade, precisão e flexibilidade, monitorando em tempo real o desempenho da linha de produção, qualidade e entrega, assim como de pessoal especializado para lidar com as novas tecnologias.

Produção automatizada, conectada e sincronizada com o 5G

A tecnologia 5G tem o potencial de elevar a Indústria 4.0 a um novo patamar, com uma produção verdadeiramente automatizada, conectada e sincronizada. Para isso, fabricantes de equipamentos, desenvolvedores de software e empresas precisam desenvolver aplicações que explorem todo o potencial tecnológico e novos modelos de negócios, com espaços para testes, estudando conceitos e verificando a viabilidade de uso em situações reais.

Esse novo padrão de conectividade irá alinhar definitivamente as áreas de TI e o chão de fábrica. Com a maior velocidade de transmissão de dados e menor latência oferecida pela nova rede, a melhor conectividade e menor tempo de resposta permitirão o uso de máquinas inteligentes, robótica móvel, dispositivos de realidade aumentada, acesso remoto e comunicação em tempo real entre diversos dispositivos, com uma cadeia produtiva totalmente inteligente, automatizada e integrada com as tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.

Os desafios são grandes, as novas tecnologias demandam investimentos em novas estruturas de hardware, de software e treinamento de recursos humanos, tendo como objetivo de utilizar a tecnologia como uma ferramenta e não como um objetivo final, para melhorar a eficiência da indústria.

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

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No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

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