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  • 21/07/2021

Crise hídrica exige soluções energéticas eficientes

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Crise hídrica exige soluções energéticas eficientes

Por: Hélio Sugimura, gerente de marketing da Mitsubishi Electric

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Hélio Sugimura, gerente de marketing

Barueri (SP) – Essa não é a primeira ocasião em que o fornecimento de energia elétrica se torna um ponto de preocupação para líderes de negócio no Brasil. Em 2001, o país sofreu diversos apagões e os consumidores residenciais e industriais foram obrigados a racionar energia no Distrito Federal e em mais 16 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, reduzindo em 20% o consumo de energia elétrica.

E, mesmo 20 anos depois, autoridades e especialistas ainda não cogitaram a possibilidade de racionamento, mas não descartam a ocorrência de apagões e a situação não é confortável, tanto que o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) vem fazendo uma série de alertas a cada nova reunião sobre o possível anúncio de medidas por parte do Governo Federal como a criação de comitê de crise e programas para reduzir o consumo industrial nos horários de pico.

O que tem freado a adoção de medidas mais drásticas para enfrentar a crise hídrica certamente é a pandemia do COVID-19 que, mundialmente, diminuiu o consumo de energia tanto nos setores da indústria quanto no comércio, que tiveram as suas atividades reduzidas.

Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a escassez de chuvas para a geração de energia é a pior em 91 anos, e como mais da metade da matriz energética do Brasil é baseada em hidrelétricas, o acionamento de usinas termelétricas – opção mais cara – significa uma conta de luz com valor mais alto tanto para consumidores residenciais, comerciais ou industriais.

Por outro lado, de acordo a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica publicada em junho de 2021, elaborada pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética – instituição pública vinculada ao Ministério das Minas e Energia), em maio de 2021 houve um aumento de 22,5% no consumo energético industrial, ante o mesmo mês em 2020. O consumo industrial foi o que apresentou o maior crescimento, puxado pelos setores de metalurgia, químico e automotivo, à frente do setor comercial (16,7%) e residencial (1,6%).

Ainda segundo a EPE, no seu Balanço Energético Nacional 2020, o setor industrial foi responsável pelo consumo de 30,4% da energia produzida no Brasil em 2019.

Diante desse cenário, e com as perspectivas de retomada da economia pós pandemia, além do crescente aumento nas tarifas, é crucial investir em soluções que gerem mais eficiência energética em plantas industriais.

O passo a passo para reduzir o consumo energético

O primeiro passo para acompanhar a eficiência energética, principalmente na Indústria, é a capacidade de medir o consumo de energia, cruzar com a quantidade de peças produzidas ou volume de produção e criar um indicador de eficiência através dessa relação. Dessa forma é possível avaliar a eficiência energética e identificar pontos de melhoria, com dados entregues em tempo real, de forma ágil e de fácil compreensão, sobre o suprimento de energia ou do status operacional de uma máquina.

Em segundo lugar, é preciso monitorar e avaliar os gastos por departamento, linha de produção ou instalação, independentemente do porte da empresa. Com soluções inteligentes de monitoramento é possível quantificar o consumo de forma transparente, o que irá se refletir não apenas na eficiência energética de um equipamento, mas também na melhor gestão financeira da empresa, a partir da visualização do gasto em todos os departamentos.

O monitoramento dessas informações é o passo inicial para uma gestão energética eficiente. Esses dados são fundamentais para análise, controle de custos, rateio de consumo, controle de demanda, entregues de forma gráfica e com relatórios detalhados, simples e automatizados.

Em especial na Indústria, além da medição e monitoramento, é importante um olhar dedicado aos motores, que segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), representam, ao lado de refrigeração, ar comprimido e iluminação mais de 50% dos custos com energia elétrica nas empresas. Nesses casos, a recomendação é utilizar dispositivos como inversores de frequência e conversores regenerativos, que podem reduzir em até 30% o consumo de energia nos motores elétricos.

O futuro começa agora

Atualmente não é possível, tanto do ponto vista econômico quanto ambiental, não investir em soluções que ofereçam uma melhor eficiência energética, reduzindo o custo no processo de fabricação ou no fornecimento de um serviço.

Para cada tipo de demanda, existe uma solução que entregará dados sobre o consumo energético em tempo real, otimizando a tomada de decisão e garantindo uma gestão mais eficiente. Os impactos do uso de energia afetam a todos nós e, consequentemente, todos devemos estar preocupados em como usar esse recurso de forma mais eficiente.

A maior eficiência energética resulta em custos operacionais mais baixos para todos os negócios, permitindo que uma empresa “eficiente” ganhe uma vantagem competitiva sobre seus competidores que ainda não entenderam que o futuro começa agora. E o futuro não costuma perdoar erros.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 13/07/2021

IoT Industrial representa o futuro da manufatura digital

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IoT Industrial representa o futuro da manufatura digital

Por: Hélio Sugimura, gerente de marketing da Mitsubishi Electric

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Hélio Sugimura, gerente de marketing

Barueri (SP) – A Internet das Coisas (IoT) já é uma realidade no mundo todo. No dia a dia já lidamos com ela, mesmo sem perceber, como por exemplo, no momento em que utilizamos o smartphone  para fazer uma vídeo chamada com o médico, que já recebeu nossas informações coletadas pelo wearable. Mas, em especial no setor da Indústria, o futuro reserva recursos muito mais avançados do que a análise de dados disponíveis em uma tela – é a chamada Internet Industrial das Coisas (IIoT).

De acordo com uma pesquisa realizada pela Microsoft, 57% das empresas aumentaram seus investimentos em IoT em 2020, enquanto a IIoT deve alcançar um valor de USD 751.3 bilhões até 2023, mostrando que os benefícios desse tipo de investimento já estão no centro da Indústria 4.0.

Na Indústria, o potencial dos sistemas ciberfísicos para melhorar a produtividade no processo de produção e na cadeia de suprimentos é vasto. Considere processos que governam a si mesmos, onde produtos inteligentes podem tomar ações corretivas para evitar falhas e onde peças individuais são reabastecidas automaticamente.

A IIoT cria o benefício potencial da conexão e integração de dados de sistemas de tecnologia da informação (TI) e do data center com dados de tecnologia operacional (OT) no chão de fábrica e dispositivos conectados. O lado de TI dos negócios se concentra em recursos que processam dados para funções relacionadas aos negócios. O lado OT visa sistemas e elementos que constroem, executam, controlam e monitoram processos industriais ou de serviço.

O futuro caminha para sensores embutidos nas máquinas e com variedade de tecnologias conectadas, incluindo sensores compactos para medição de variadas grandezas, redes mais confiáveis e flexíveis, processamento computacional de alto desempenho, robótica, armazenamento em nuvem, Inteligência Artificial, tecnologias cognitivas e realidade aumentada. Juntas, elas vão transformar completamente o setor, que atingirá o verdadeiro patamar de manufatura digital.

Perspectivas com a Lei da Internet das Coisas

A entrada em vigor da Lei da Internet das Coisas, no dia 1º de janeiro de 2021, promete acelerar ainda mais a oferta e viabilizar investimentos no setor, já que a regulamentação prevê alíquota zero nas fiscalizações de instalação e operação de sistemas de comunicação máquina a máquina (M2M).

A automação criou uma nova maneira de se comunicar, mas elas já não são mais suficientes. O que as indústrias esperam das novas tecnologias é mais do que recursos embutidos nas máquinas, mas que essas funcionalidades possam ser levadas também para fora do chão de fábrica. Aí entram os dispositivos móveis ou wearables, que vão tornar a manufatura digital a nova realidade da Indústria 4.0.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores.

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 25/05/2021

Blockchain pode transformar energia em receita na Indústria 4.0

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Blockchain pode transformar energia em receita na Indústria 4.0

Por: Pedro Okuhara

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Pedro Okuhara, especialista de produtos e aplicação

Barueri (SP) – O setor industrial é responsável pela maior fatia do consumo de energia, representando quase 40%, de acordo com o último relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Apesar da economia atingida pelos processos de eficiência energética, a maior dificuldade é reverter esses valores em projetos de alto impacto financeiro e produtivo.

As tecnologias Blockchain já vêm sendo testadas há muito tempo e ganharam notoriedade no setor financeiro através das criptomoedas, porém, nos últimos tempos existe um avanço na utilização em diversas aplicações específicas, como por exemplo em sistemas de saúde, internet das coisas, sistemas governamentais, contratos inteligentes, educação, entre diversos outros. Mesmo com investimentos constantes, a ampliação do uso esbarra em questões como a complexidade, altos custos de implantação, além do real valor agregado que vão muito além da simples implementação do Blockchain.

Um projeto recente, de autoria de duas empresas japonesas, apresentou um novo modelo de rede Blockchain integrada a um sistema ponto a ponto (P2P), que viabilizou a otimização de ordens de compra e venda de energia com o mínimo de cálculo possível, não sendo necessário computadores de alta performance ou dispositivos de alto custo, reduzindo assim o investimento de implantação e utilização do sistema.

Pensando na Indústria 4.0, os relatórios e dados gerados por multimedidores ou gerenciadores de energia, que até então cumprem bem o papel de análise do consumo, dando caminhos para a economia de energia, passariam a ter relevância estratégica, viabilizando a comercialização por meio de um sistema ponto a ponto, que transformaria toda sua redução de consumo, ou seja, o excedente, em fonte de receita direta.

Na prática, o modelo de descentralização da comercialização e distribuição de energia daria às indústrias e aos próprios consumidores o poder de negociar a compra e venda de energia, desde que sob gestão de uma empresa varejista, conforme preconiza a atual legislação do Setor Elétrico.

Caso seja aprovada pela Câmara a proposta enviada pela comissão de infraestrutura do Senado, que prevê, em até três anos, a possibilidade de os consumidores escolherem de quem vão comprar a energia, redes como a Blockchain poderão facilitar essa negociação, permitindo uma otimização dos preços, aumentando e reduzindo, de acordo com a oferta e demanda naquele momento.

Atualmente, 60% dos projetos baseados em Blockchain no setor de energia são baseados em negociação ponto a ponto (P2P), isso porque esse modelo traz mais segurança e transparência nas transações sem a necessidade de envolver entidades terceirizadas. Em poucas palavras, as indústrias poderiam vender seus excedentes de energia a terceiros com base em um contrato mutuamente acordado, tudo dentro da legalidade.

A Indústria 4.0 trouxe uma série de tecnologias com infinitas possibilidades, não só para indústria, mas para toda a sociedade. Se antes, equipamentos como robôs industriais e máquinas inteligentes eram aspirações apenas para aquelas mais bem posicionadas, agora até as pequenas e médias indústrias podem se beneficiar dessa evolução, além do consumidor final.

O Blockchain está se tornando cada vez mais viável e trazendo mais competitividade aos setores. Aqueles que conseguirem unir objetivos comerciais aos recursos trazidos pelas novas tecnologias poderão não apenas gerar receita, mas repassar esses benefícios aos consumidores e à sociedade, impulsionando novas soluções para modelos de negócios ainda não testados.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

  • 09/03/2021

Indústria 4.0: Incentivos econômicos e sociais ampliam acesso à Robótica Avançada

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Indústria 4.0: Incentivos econômicos e sociais ampliam acesso à Robótica Avançada

Por: Jaime Minquini Perroti, especialista de produtos e aplicação da Mitsubishi Electric

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Jaime Minquini Perroti, especialista de produtos e aplicação

Barueri (SP) – Inovação é a palavra de ordem em um mundo pós-pandemia. Para a Indústria, um dos setores mais impactados durante a crise, a retomada da produção em patamares anteriores é tratada como prioridade. Uma pesquisa, conduzida pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), revela que 83% dos entrevistados concordam que precisam de mais inovação para crescer e sobreviver.

Diante desse cenário, a automação avança cada vez mais com novos recursos capazes de ajudar a diminuir custos, melhorar a integração entre os processos, gerenciar e reduzir o consumo de energia dos equipamentos e, mais do que isso, garantir a segurança do chão de fábrica.

Os robôs industriais, desde sua criação, na década de 50, desempenharam um importante papel na revolução industrial. Atualmente, com a Indústria 4.0 já parcialmente consolidada, ganham ainda mais relevância para qualquer empresa que queira continuar competitiva na era da fabricação digital. Uma pesquisa do departamento de pesquisas Statista mostra que a demanda de mercado da robótica avançada na indústria em todo o mundo deve atingir 3,7 bilhões de dólares em 2021.

Aplicação fora do chão de fábrica

As aplicações desses braços mecânicos já são bem conhecidas, tais como pintura, soldagem, montagem, movimentação de carga, entre outros. Mas, em tempos de Internet das Coisas e Inteligência artificial, a tendência é que esses equipamentos não estejam presentes apenas na linha de montagem, mas também fora dela.

À medida que a robotização se espalha pelos setores, o mito de que poderiam eliminar o trabalho humano vai se descontruindo. Ao contrário disso, uma pesquisa da Boston Consulting Group (BCG) estima que o número de empregos gerados por conta da automação deve aumentar 6%. No setor de engenharia mecânica pode chegar a 10%, mostrando que novos postos e habilidades devem ser exigidos dos operadores.

Isso porque os robôs não foram projetados para tomar decisões sozinhos. Por mais avançados que eles possam se tornar, existe uma série de variáveis que depende de uma análise humana, sem contar que, como qualquer tecnologia, pode falhar e, nesses casos, a intervenção de um operador é o que garantirá que a produção não pare.

Os robôs colaborativos, mais conhecidos como COBOTS, são um exemplo da integração com humanos. Esses modelos foram justamente desenvolvidos para cuidar de atividades mais pesadas, repetitivas e perigosas, enquanto os humanos se dedicam às operações mais detalhadas e motoras. A segurança, outro ponto crítico nas indústrias, é mais uma vantagem indiscutível oferecida pelos robôs.

Mas, para além dos diferentes modelos e capacidades de carga, a robótica avançada trouxe funcionalidades e recursos que viabilizam uma fábrica integrada, conectada e inteligente, tais como integração com CLPs, conexão com sistemas de visão, comunicação com outras máquinas e simulação em ambiente virtual, etapas que definem o próximo passo da Indústria 4.0, que passa pela manufatura avançada rumo a fábricas mais inteligentes.

A despeito de todos esses recursos já estarem disponíveis, um estudo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que apenas 2% das empresas no Brasil adotam a manufatura avançada, enquanto em países como EUA, Coreia do Sul, Israel e Alemanha, esse número alcança 15%.

Manufatura Avançada no Brasil

A razão para a baixa participação do Brasil nas tecnologias digitais é um grande paradoxo. Se, por um lado, os altos custos de importação encarecem os produtos e inviabilizam investimentos por parte da indústria, por outro, depois de implantados, podem ser os responsáveis por uma drástica diminuição de gastos.

Uma pesquisa da McKinsey prevê que o investimento em manufatura avançada poderia reduzir, nos próximos oito anos, os custos de manutenção de equipamentos entre 10% e 40%, cortar o consumo de energia entre 10% e 20% e aumentar a eficiência da mão de obra entre 10% e 25%.

Se para as grandes indústrias, o retorno ainda não supera o investimento, para as Micro e Pequenas Indústrias (MPIs) podem representar a diferença entre o encerramento das atividades ou a reinvenção em um mercado cada vez mais competitivo.

A economia do país também seria beneficiada por essa transformação. Um outro estudo, da Accenture, projeta que a adoção da indústria 4.0 nos diversos setores da economia poderia impactar o PIB brasileiro em aproximadamente US$ 39 bilhões até 2030. Um dos entraves, no entanto, são ainda os baixos estímulos econômicos e sociais para ampliar essa participação.

A criação do Centro de Estudos e Pesquisa voltado à Indústria 4.0 (C4IR Brasil), por parte do governo, prevista para entrar em operação ainda no primeiro semestre deste ano, é uma das iniciativas que tenta propor soluções para esses desafios, como, por exemplo, a modernização das linhas de crédito, acordo com o comércio internacional e revisão de normas.

Se tudo se concretizar, em breve estaremos assistindo uma evolução das fábricas industriais automatizadas para se tornarem autônomas.

 


 

Sobre a Mitsubishi Electric Corporation

Com 100 anos de existência, a Mitsubishi Electric Corporation é reconhecida como líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos utilizados em Sistemas elétricos e de energia, Automação industrial, Sistemas de informação e comunicação, Dispositivos eletrônicos, Sistemas de transporte e Aparelhos domésticos. Com o princípio corporativo de contribuir com a criação de uma sociedade próspera, a companhia está presente em mais de 40 países ao redor do mundo, totalizando mais de 140 mil colaboradores. A empresa registrou receita de 4.462,5 bilhões de ienes (US$ 41,4 bilhões*) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2020. Para obter mais informações, visite: www.MitsubishiElectric.com
* Com uma taxa de câmbio de 107,70 ienes para o dólar americano, a taxa dada pelo Mercado de Câmbio de Tóquio em 11 de maio de 2020

Sobre a Mitsubishi Electric do Brasil

No país desde 1975, a Mitsubishi Electric do Brasil reflete os valores globais da companhia, atuando nas áreas de: Automação Industrial e CNC, Sistemas de Ar Condicionado, Automação de Processos, Equipamentos Automotivos, Sistemas de Visualização e Sistemas de Transporte.

 

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